Nas últimas semanas, o preço do diesel é um assunto que vem preocupando o setor do transporte rodoviário de cargas. Não é por menos, já que o combustível pode representar até 45% dos custos operacionais para as transportadoras.
Por outro lado, as práticas de ESG são pilares ambientais, sociais e de governança, que a maioria das empresas já seguem. Diante de metas a serem cumpridas, a operação dessas organizações passa a ser pensada de ponta a ponta e envolve toda a carreira de parceiros.
Por isso, para o Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), é de suma importância estar alinhado a essas diretrizes, zelando por uma das principais metas ESG: a redução de emissão de gases do efeito estufa. São atitudes como essa, que colocam a operação em destaque e garantem a competitividade da transportadora no mercado.
Mas como e por que se preocupar com isso agora, diante da pressão causada pela alta do diesel? Neste artigo, você entenderá como guiar-se pelas práticas ESG pode ser benéfico para a transportadora, para os parceiros e, principalmente, para o bolso.
Recentemente, o preço do diesel tem sofrido altas praticamente diárias. O motivo? O mercado internacional passou a receber 30% a menos de petróleo devido ao fechamento do Estreito de Ormuz, um dos principais canais de escoamento do mundo. Essa medida é um dos desdobramentos do conflito entre Irã e Israel que, desde o final de fevereiro, vem se intensificando.
Nesse cenário, o clima de insegurança no Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) aumenta consideravelmente. Até a data de publicação deste artigo, o valor do diesel já acumulava alta de R$0,90 por litro. Para uma transportadora, isso pode desequilibrar o fluxo de caixa e forçar a redução drástica de outras despesas essenciais.
Nesse cenário, guiar-se pelas práticas ESG pode ser o caminho mais seguro para lidar com a crise.
Do inglês Environmental, Social and Governance, a sigla ESG refere-se a um conjunto de boas práticas fundamentais para:
No transporte de cargas, esses pilares conectam-se diretamente a três pontos críticos da operação: o consumo de diesel, a eficiência operacional e o modelo de liderança. Acompanhe como cada um desses pilares pode ser aplicado na prática.
Como mencionamos, a redução da emissão de gases de efeito estufa é um dos pilares centrais do ESG. Na rotina da operação, esse compromisso traduz-se diretamente em eficiência energética e melhor aproveitamento do combustível.
Algumas práticas fundamentais para reduzir o consumo e, consequentemente, as emissões de CO2 incluem:
Essas atitudes definem uma condução consciente e econômica. Mas o grande desafio é: como manter o motorista engajado nessas boas práticas? Confira esta dica estratégica:

A maneira como você gere e se comunica com sua equipe impacta diretamente as metas ESG. Por isso, é fundamental integrar ao calendário da operação programas de bem-estar, segurança no trabalho e desenvolvimento social.
Em cenários de incerteza, como a atual alta dos combustíveis, equilibrar essas frentes é um grande desafio. É natural que surjam dúvidas sobre estabilidade, salários e mudanças nos processos internos. Para manter a confiança do time e a saúde do negócio, a principal estratégia é:

Quase que um complemento do tópico anterior, a governança diz respeito às atitudes da gestão e liderança. O ponto principal aqui é: como manter a transparência e ética dentro organizacional, especialmente em momentos de crise?
Equilibrar esses valores é um desafio complexo, já que crises exigem mudanças de processos, cortes de custos operacionais e decisões críticas. Nesse cenário, o melhor caminho será sempre a transparência e o respaldo técnico.

A Gobrax é uma tecnologia que entrega muito mais do que plataforma e aplicativo; somos o parceiro com quem você pode contar em qualquer momento. Além de otimizar o dia a dia da sua operação, servimos como suporte estratégico para as decisões mais complexas.
Diante do cenário atual, estamos prontos para ajudar sua transportadora atuando com tecnologia voltada para a economia de diesel. Com a proposta de diminuir os custos de operação, proporcionamos:
Essas são apenas algumas das vantagens de ser um parceiro Gobrax. Quem já utiliza sabe: nossa tecnologia garante uma economia mínima mensal de 4% no diesel. Em um cenário de alta nos combustíveis, a decisão de reduzir o consumo deve estar nas suas mãos.
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Os pontos de pesagem estrategicamente distribuídos pelas rodovias brasileiras permitem que órgãos como o DNIT e a ANTT monitorem o fluxo de mercadorias e identifiquem as demandas de infraestrutura essenciais ao setor logístico. Além disso, essas estruturas funcionam como um mecanismo de fiscalização, assegurando a conformidade entre o valor do frete registrado e a carga efetivamente transportada.
Em alguns pontos, o processo de pesagem ainda necessita da parada completa do veículo na área de balança, o que passa a ser desnecessário com a nova tecnologia HS-WIM. Neste artigo, você vai conhecer melhor esse sistema e entender o que ele trás de novo para o TRC.
Sigla para o termo em inglês High Speed Weigh-in-Motion, o HS-WIM é um sistema de pesagem em alta velocidade que permite a aferição completa de veículos de carga sem a necessidade de parada ou redução drástica de velocidade.
Embora os estudos sobre essa tecnologia tenham se iniciado na década de 1990, sua discussão e regulamentação no Brasil ganharam força apenas a partir de 2021. Foi nesse mesmo ano que ocorreu a primeira implementação do sistema em solo nacional, na rodovia BR-101, em um trecho localizado no Espírito Santo.
Contudo, após a instalação, o sistema passou por um rigoroso período de testes e homologação pelo Inmetro, o que resultou no início efetivo das fiscalizações e autuações somente em 2024.
A tecnologia integra sensores instalados diretamente no pavimento a pórticos posicionados sobre a rodovia. Ao transitar por esses pontos, o veículo é submetido a um escaneamento completo que identifica o Peso Bruto Total (PBT), o peso por eixo (ou conjunto de eixos) e as dimensões totais da composição.
Abaixo, detalhamos os principais componentes do sistema e suas respectivas funções:
Durante a passagem, os pórticos sinalizam se o seu veículo está apto para seguir viagem ou se precisará realizar parada no próximo posto geral de verificação, para uma segunda avaliação.
De acordo com a ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre), há diversos benefícios previstos para o transporte rodoviário de cargas com a implementação das balanças HS-WIM. Dentre esses benefícios, o órgão cita:
Ou seja, o que a nova tecnologia de balanças promete é a eficiência integral no que diz respeito a pesagem de veículos.
Sim, de acordo com a resolução CONTRAM n° 9052/2022, todos os veículos pesados (ônibus, caminhões, torres e outros) são obrigados a passar pela balança de pesagem. O descumprimento dessa norma, pode acarretar ao transportador penalidades financeiras e administrativas, conforme previsto no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
No modelo HS-WIM, entretanto, essa dinâmica muda: a fiscalização ocorre de forma automática e imperceptível, uma vez que os sensores estão integrados diretamente à pista de rolamento. Isso elimina a necessidade de o motorista desviar o trajeto para uma balança física, a menos que o sistema identifique uma irregularidade e solicite a pesagem de precisão.
Para simplificar o entendimento em relação às diferenças entre o modelo de balança tradicional e a tecnologia HS-WIM, a Gobrax preparou uma tabela comparativa que você confere abaixo.

As informações para a tabela acima, foram coletadas em uma matéria publicada pela Ecorodovias, concessionária pioneira na instalação das primeiras balança com sistema HS-WIM no Brasil. As informações foram coletadas em um mesmo período de uso das balanças.
Diante do avanço das tecnologias de fiscalização, ferramentas que ajudam a gerir os custos de forma eficiente tornaram-se indispensáveis. Nesse cenário, ter uma equipe engajada e alinhada às melhores práticas de condução é o diesel que faz o motor da sua operação rodar.
Você não precisa estar sozinho nessa jornada. Escolha quem garante as informações necessárias para gerir seu negócio com previsibilidade e praticidade.
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A Reforma Tributária inaugura um novo modelo de tributação no Brasil e inicia, a partir de 2026, um longo período de transição que vai até 2033.
Para o Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), não se trata de um ajuste pontual. Estamos falando de uma mudança estrutural na forma de calcular, controlar e gerir tributos, com impactos diretos no custo da operação, na formação do frete e na competitividade das transportadoras.
Neste artigo, reunimos os principais pontos da reforma e o que gestores e decisores do setor precisam observar desde já.
O modelo atual da Reforma Tributária, baseado em tributos como PIS, COFINS, ICMS e ISS, será gradualmente substituído por um sistema conhecido como IVA Dual, composto por dois impostos:
A proposta busca simplificar a estrutura tributária, reduzir distorções históricas e aumentar a transparência, especialmente em setores que operam em múltiplos estados, como o TRC.
Na prática, o IVA Dual traz três mudanças importantes:
Durante o período de transição, os dois sistemas vão conviver. Isso aumenta a complexidade operacional e exige atenção redobrada das empresas para evitar erros, perdas de crédito e aumento de custo efetivo.
Um dos pilares da Reforma Tributária é a não cumulatividade plena. Isso permite que transportadoras se creditem dos tributos pagos sobre diversos insumos essenciais da operação, como:
Para empresas com boa estrutura de controle, isso pode representar ganho de eficiência e melhor previsibilidade financeira.
Por outro lado, o novo modelo exige processos bem definidos, sistemas preparados e controle detalhado das operações. Sem isso, o risco é perder créditos, elevar o custo efetivo e comprometer a competitividade.
A alíquota de referência do IVA Dual ainda será definida, mas as estimativas atuais apontam algo entre 26,5% e 28%.
Na prática:
Outro ponto relevante é o aumento da transparência. Embarcadores terão mais clareza sobre a carga tributária embutida no serviço, o que muda a dinâmica das negociações.
A Confederação Nacional dos Transportes (CNT) reconhece que a reforma é necessária para melhorar o ambiente de negócios, aumentar a segurança jurídica e estimular o crescimento econômico. Ao mesmo tempo, a entidade reforça a importância de uma reforma que seja:
Uma das principais preocupações está na tributação de insumos essenciais, como combustível, energia e mão de obra. Dependendo da forma de aplicação das alíquotas e do aproveitamento dos créditos, o efeito pode ser contrário ao desejado, impactando diretamente o custo do frete e o chamado custo Brasil.
Embora a transição se inicie em 2026, o momento de se preparar é agora. Com mais rigor na apuração de créditos, maior transparência e novos modelos de cobrança, transportadoras que dominam seus dados operacionais e financeiros saem na frente.
É nesse contexto que a tecnologia deixa de ser apenas registro e passa a ser apoio real à decisão.
A Gobrax atua ao lado de transportadoras de todo o Mercosul ajudando a transformar dados operacionais em decisões mais seguras, inclusive em cenários de mudança estrutural como a Reforma Tributária.
Quem entende sua operação com profundidade, enfrenta mudanças com mais previsibilidade.
O primeiro trimestre do ano marca uma mudança importante no ritmo do transporte rodoviário de cargas. Após o pico operacional do fim do ano, as transportadoras entram em um período mais estratégico, em que decisões deixam de ser urgentes e passam a ser estruturais.
É nesse momento que o acompanhamento da frota deixa de ser apenas operacional e assume um papel central na gestão estratégica.
Com a redução de picos sazonais, a operação entra em um cenário mais previsível.
Isso cria um ambiente ideal para observar padrões reais de comportamento, consumo e segurança.
Quando o volume extremo diminui, fica mais fácil identificar:
Ou seja, o começo do ano oferece mais clareza para análise e menos ruído na tomada de decisão.
Muitas operações acreditam que acompanham bem sua frota porque a média está dentro do esperado. O problema é que, sem critério, esses números mostram apenas uma parte da realidade.
A média, por exemplo, pode indicar estabilidade enquanto:
Estruturar o acompanhamento significa definir:
Mas calma, você não precisa fazer do acompanhamento um Big Brother Brasil! Brincadeiras a parte, essa é a grande diferença entre acompanhar e controlar.
Controle vira apenas registro histórico. Agora, com um bom acompanhamento, você sabe exatamente qual o próximo passo para melhorar os resultados da frota de caminhão.
O primeiro trimestre do ano também costuma ser o período de manutenção preventiva da frota. E aqui o acompanhamento faz toda a diferença.
Quando a gestão acompanha comportamento e não apenas resultados finais, é possível:
Isso reduz paradas inesperadas, melhora a disponibilidade da frota e protege o orçamento ao longo do ano.
O setor de transporte rodoviário de cargas inicia o ano com uma base operacional maior e mais diversa.
Mais pessoas envolvidas na operação aumentam a complexidade da gestão.
Quanto maior for a estrutura:
Sem isso, o crescimento pode gerar perda de eficiência sem que o gestor perceba.
Ferramentas e tecnologia são fundamentais para sustentar o acompanhamento, mas não substituem o critério de gestão.
O papel da tecnologia deve ser:
A eficiência nasce da forma como a tecnologia sustenta o acompanhamento no dia a dia.
Estruturar o acompanhamento da frota no começo do ano não é uma ação pontual.
É uma decisão que impacta todo o ciclo operacional.
Quando o acompanhamento é bem definido desde o primeiro trimestre:
Em um setor cada vez mais complexo, o acompanhamento pode ser a chave para sustentar a gestão ao longo do ano.
Na prática, é nesse cenário mais previsível do primeiro trimestre em que tecnologias como a Gobrax funcionam como apoio à maturidade da gestão. Ao transformar dados operacionais em critérios claros de acompanhamento, a Gobrax auxilia transportadoras, indústrias e embarcadores a enxergar padrões, antecipar riscos e tomar decisões mais consistentes ao longo de todo o ciclo operacional. É esse tipo de leitura que sustenta eficiência, segurança e previsibilidade em um setor cada vez mais complexo.
O transporte rodoviário de cargas chega a 2026 mais maduro e profissional. Ao longo dos últimos anos, o setor passou por mudanças importantes, que exigiram adaptação constante das operações. Agora, esse movimento se traduz em um novo momento: menos improviso e mais estratégia.
Nesse contexto, o cenário que se desenha não é de incerteza, mas de exigência operacional. As transportadoras que avançam são aquelas que transformaram experiência em método, dados em decisões e tecnologia em aliada do dia a dia.
As projeções para 2026 indicam continuidade na demanda por transporte rodoviário, com crescimento equilibrado. Por isso, o mercado passa a valorizar cada vez mais consistência, previsibilidade e confiança.
Na prática, as operações precisam lidar com:
Dessa forma, crescer deixa de ser apenas uma questão de volume. Ou seja, rodar melhor, com mais acompanhamento e menos desperdício, passa a ser o principal caminho para ampliar resultados.
Se antes a tecnologia era vista como diferencial, em 2026 ela se consolida como base da gestão. Com isso, ferramentas de acompanhamento, análise de dados, roteirização e previsibilidade deixam de ser apoio e passam a orientar decisões diárias.
As transportadoras mais preparadas já entenderam que:
Portanto, a diferença competitiva não está em ter dados, mas em transformá-los em ação rápida, especialmente quando falamos de eficiência e segurança.
Ao mesmo tempo, cresce a clareza sobre a relação entre segurança, comportamento ao volante e resultado operacional.
Operações mais seguras:
Mais do que controlar excessos, o foco está na qualidade da condução. Assim, aceleração, frenagem, embalo e uso correto do veículo passam a ser indicadores centrais.
Consequentemente, performance deixa de ser apenas média de consumo e passa a representar comportamento consistente ao longo do tempo.
A sustentabilidade, por sua vez, já faz parte da rotina do TRC. Por isso, em 2026 ela segue diretamente conectada à eficiência operacional.
Rotas bem planejadas, condução eficiente e menor consumo resultam em:
Ou seja, eficiência e sustentabilidade caminham juntas, gerando impacto tanto nos custos quanto na imagem da empresa.
Além disso, o transporte rodoviário brasileiro segue em transformação. À medida que novos investimentos e concessões avançam, cresce a necessidade de planejamento mais detalhado.
Nesse cenário, o gestor precisa:
Assim, quem acompanha esse movimento de perto ganha previsibilidade e reduz riscos.
Por outro lado, a escassez de motoristas qualificados permanece. Diante disso, muitas empresas direcionam esforços para retenção, capacitação e reconhecimento por condução segura.
Mais do que ampliar equipes, o foco passa a ser extrair mais valor da frota existente, criando ambientes mais organizados e previsíveis.
Ao observar esse conjunto de fatores, fica claro que as transportadoras mais preparadas compartilham alguns pontos:
Portanto, não se trata de adotar todas as soluções do mercado, mas de escolher as mais adequadas à realidade da operação.
Por fim, 2026 se apresenta como um ano de clareza. Clareza sobre custos, impactos operacionais e papel da tecnologia na gestão do transporte rodoviário.
O futuro do TRC segue em movimento, e será construído por quem age com método, consistência e precisão.
O mês de dezembro muda completamente a dinâmica do Brasil. Com o aumento do consumo no Natal, o comércio aquece, as ruas ficam mais cheias, o trânsito mais lento e, consequentemente, a pressão sobre a logística cresce de forma significativa.
Para o transporte rodoviário, esse período não representa apenas mais entregas, mas sim um dos momentos mais críticos do ano para a operação.
Por isso, entender como o Natal impacta o varejo e, principalmente, o transporte rodoviário de cargas, é essencial para gestores que querem sair do modo reativo e começar a operar de forma estratégica.
O processo de compra começa muito antes da sacola sair da loja.
Durante o Natal, a jornada do consumidor se intensifica e, ao mesmo tempo, leva junto toda a cadeia logística.
Desde os insumos usados na fabricação dos produtos, passando pelo abastecimento dos centros de distribuição, até a entrega final no ponto de venda, o transporte rodoviário está presente em todas as etapas do caminho.
Ou seja, é ele que garante que o produto seja fabricado, chegue à prateleira no momento certo e, depois, às mãos do consumidor final. Quando essa engrenagem sofre qualquer atraso, o impacto aparece rapidamente em toda a cadeia.
As festas de fim de ano formam o período mais crítico para operações de transporte, especialmente no varejo supermercadista. Isso acontece porque, em dezembro, as ruas do Brasil mudam completamente. Nesse período:
Com lojas reforçando estoques para o Natal e o Réveillon, qualquer atraso vira um efeito dominó que impacta diretamente o transporte rodoviário no Natal.
Esse cenário se torna ainda mais desafiador quando observamos o volume de consumo. As vendas de Natal em 2025 devem movimentar R$ 84,9 bilhões, com mais de 124 milhões de consumidores indo às compras em todo o país.
Além do aumento no consumo, o trânsito nas rodovias também muda drasticamente no fim de ano.
As projeções nacionais indicam que:
Esse somatório cria o cenário perfeito para um desafio comum aos gestores de frota: a perda de previsibilidade. É nesse momento que os dados se tornam mais importantes do que a rotina operacional permite enxergar.
Quando o volume aumenta e a previsibilidade cai, decisões baseadas apenas na experiência deixam de ser suficientes. Dezembro escancara problemas que muitas vezes ficam escondidos ao longo do ano.
Alguns pontos críticos se tornam evidentes:
Sem indicadores confiáveis, o gestor apenas reage aos problemas, em vez de antecipá-los.
Com trânsito mais lento, paradas constantes e marchas baixas, o consumo dispara. Transportadoras que dependem apenas do preço do diesel para manter margem sentem o impacto imediatamente.
Baixa velocidade somada ao tráfego intenso acelera o desgaste e aumenta custos de manutenção.
Dirigir em dezembro é diferente. Há mais estímulos, mais riscos e mais cansaço. Acompanhar performance ajuda a proteger tanto o motorista quanto a operação.
Rotas menos previsíveis, horas extras mais frequentes, última milha mais cara e estoques que não podem falhar. É nesse cenário que a gestão estratégica realmente se prova.
O aumento de consumo do final de ano não impacta apenas o varejo.
Ele impacta diretamente quem mantém o varejo de pé: o transporte rodoviário de cargas.
Enquanto consumidores correm para garantir seus presentes, gestores mais preparados correm atrás de dados, previsibilidade e controle operacional.
Centralizar informações da frota, acompanhar indicadores em tempo real e transformar dados em decisões estratégicas deixou de ser diferencial. Hoje, é necessidade.
Cada vez mais transportadoras estão adotando soluções que permitem enxergar a operação como um todo, reduzir desperdícios e melhorar a performance dos motoristas, especialmente em períodos críticos como o Natal.
A Gobrax já apoia mais de 2.500 transportadoras em todo o Mercosul, ajudando gestores a transformar a rotina operacional em uma gestão baseada em dados, performance e previsibilidade.
Dezembro é o mês que mais testa a eficiência logística no Brasil.
Quem opera apenas apagando incêndios sente o impacto. Quem usa dados, planejamento e tecnologia consegue atravessar esse período com mais controle e melhores resultados.
Entender o papel do transporte rodoviário no Natal é o primeiro passo para começar o próximo ano com uma operação mais estratégica, eficiente e sustentável.
Se você quer começar 2026 com outro olhar para sua frota, o momento de se preparar é agora.
O Dia dos Pais movimenta o comércio em agosto e exige uma logística efetiva para entregar mais, melhor e no prazo. Se sua operação logística ainda sofre com atrasos, falhas ou insatisfação dos clientes, é hora de usar a tecnologia como aliada.
Neste artigo, você vai entender como otimizar o planejamento logístico para datas sazonais, como o Dia dos Pais, além de transformar a experiência dos clientes.
O Dia dos Pais representa uma das datas mais importantes do segundo semestre para o varejo. A expectativa de gasto médio é de R$262 por presente, um aumento de 20% em relação ao período anterior.
Por outro lado, o que mais influencia a decisão de compra do consumidor? Frete e prazo de entrega. Um estudo da Rock Content aponta que mais de 82% das desistências acontecem por conta da entrega cara ou demorada. Ou seja, quem entrega bem, fatura mais.
Antes de tudo, planeje campanhas com antecedência.
Além disso, estime o aumento de demanda e reforce seu estoque.
Por fim, ajuste os prazos de entrega e acompanhe os resultados de perto.
Use ferramentas para automação de pedidos, emissão de documentos fiscais, roteirização de entregas e acompanhamento da frota. Dessa forma, você evita falhas e atrasos que comprometem a experiência do cliente, além de ter mais tempo para focar no estratégico.
Soluções com Inteligência Artificial ajudam a definir rotas, prever atrasos e otimizar o tempo de entrega. Com isso, a tomada de decisão se torna mais precisa.
Um bom CRM gerencia o relacionamento com o cliente e melhora a experiência no pós-venda com dados centralizados. Além do mais, permite respostas mais rápidas e personalizadas.
Tecnologias de localização, acompanhamento de consumo de combustível e manutenção preventiva tornam a operação mais eficiente. O que consequentemente, diminui os imprevistos e custos operacionais.
A Gobrax pode te ajudar com tecnologia e inteligência de dados.
Dessa maneira, sua empresa entra no mês de agosto mais preparada.
Pela primeira vez, a Gobrax participará da Multimodal Nordeste, que acontece dos dias 05 a 07 de agosto, em Recife. Nosso objetivo é, acima de tudo, mostrar na prática como os dados se transformam em decisões mais inteligentes, estratégicas e rentáveis.
Por isso, se você atua no setor, não perca essa chance. Essa é a oportunidade ideal para conhecer de perto as soluções que integram performance operacional, economia real de diesel e, além disso, contribuem diretamente para a valorização do motorista na ponta da operação.
Com a preparação certa, o Dia dos Pais pode ser um verdadeiro divisor de águas para sua operação logística. Além disso, com o apoio da tecnologia, você transforma desafios em oportunidades e, consequentemente, garante mais vendas, menos reclamações e clientes mais satisfeitos.
Com destaque nacional em infraestrutura, expansão, investimentos e movimentação de cargas, a logística no Nordeste vem se consolidando como um novo polo estratégico. Além disso, a tendência é de alta. Só entre 2020 e 2024, a região registrou um aumento de 63% na Área Bruta Locável (ABL) para galpões logísticos.
Esse crescimento não é por acaso. Ele acompanha a ascensão do e-commerce, que exige entregas mais rápidas e centros de distribuição mais próximos dos consumidores. Como resultado, há um claro movimento de descentralização das operações, antes concentradas no eixo Sul-Sudeste.
Municípios como Jaboatão dos Guararapes e Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, já figuram entre os principais destinos de novos empreendimentos logísticos no país. Segundo dados da consultoria Newmark, 35% de todo o novo estoque de galpões no Brasil no primeiro trimestre de 2025 foi entregue em Pernambuco, reflexo direto da busca por capilaridade e prazos de entrega mais curtos.
Além disso, o avanço da infraestrutura e o crescimento do consumo local tornam o Nordeste uma alternativa sólida para empresas que buscam eficiência operacional, redução de danos e custos.
Outro destaque relevante foi o anúncio de R$ 1,4 bilhão em novos investimentos para a conclusão da ferrovia Transnordestina. O projeto conecta áreas produtoras do interior aos portos de Pecém (CE) e Suape (PE).
Com 75% da obra já finalizada e previsão de operação para 2025, a ferrovia promete ser um divisor de águas no transporte de grãos, minérios e cargas em geral. Isso reforça, ainda mais, o papel da logística no Nordeste e sua importância a nível nacional e internacional.
Diante desse cenário de crescimento e investimentos, a Feira Multimodal Nordeste 2025 se torna ainda mais relevante. Em sua segunda edição, o evento acontece entre 05 e 07 de agosto, no Recife Expo Center. De acordo com os organizadores, a expectativa é reunir mais de 100 marcas expositoras e cerca de 10 mil visitantes.
A programação inclui palestras técnicas, painéis, cases de sucesso e debates sobre sustentabilidade, integração de modais e transformação digital. Em outras palavras, os temas abordados dialogam diretamente com os desafios enfrentados por transportadoras e operadores logísticos no Brasil de hoje.
Pela primeira vez, a Gobrax participará da Multimodal Nordeste. Mas não estamos apenas marcando presença. Nosso objetivo é mostrar na prática, como dados se transformam em decisões inteligentes e rentáveis.
Se você atua no setor, essa é a oportunidade de conhecer de perto as soluções que conectam performance, economia de diesel e valorização do motorista.
O Nordeste vive um novo momento, e as projeções para o setor logístico nacional neste trimestre reforçam esse avanço. Infraestrutura robusta, galpões modernos, integração logística e, agora, protagonismo tecnológico. Com isso, o cenário da logística nacional ganha um novo eixo de força.
Nos vemos na estrada!
É um bom momento para o mercado logístico, transporte & automotivo. Com uma expectativa líquida de emprego de 53%, Os segmentos lideram as projeções do 3º semestre de 2025 de contratação no Brasil para o terceiro trimestre de 2025.
Esse dado indica que mais da metade das empresas do setor pretendem contratar. Além disso, o Brasil aparece com 33% de expectativa líquida de emprego no ranking global, superando a média mundial de 24%. No entanto, apesar da projeção positiva, há obstáculos importantes no caminho de quem lidera operações logísticas. A escassez de mão de obra, a baixa qualificação e a limitação estrutural das estradas são fatores que não podem ser ignorados.
De acordo com o Atlas CNT do Transporte, o crescimento da frota brasileira nos últimos anos não foi acompanhado pela evolução da malha viária.
Esse descompasso impacta diretamente a eficiência logística. Mais caminhões trafegando em rodovias antigas, com manutenção limitada, significa aumento nos custos por quilômetro rodado e também maior exposição ao risco. Além disso, a sobrecarga de trechos críticos prejudica os prazos de entrega e eleva o desgaste físico e emocional dos motoristas.
Enquanto o volume de cargas aumenta e a frota se expande, o número de profissionais habilitados para dirigir caminhões vem diminuindo drasticamente.
Isso representa uma redução de mais de 1 milhão de profissionais, ou seja, cerca de 20% da força de trabalho especializada.
Esse cenário traz consequências diretas: mais dificuldade na contratação, sobrecarga nos motoristas ativos e um risco maior de desengajamento e evasão da profissão.
Portanto, é fundamental que transportadoras comecem a agir agora, investindo não só na busca por novos talentos, mas também na retenção e valorização dos profissionais que já estão na operação.
Mesmo diante desses gargalos, o mercado logístico segue demonstrando intenção de crescimento. A pesquisa do ManpowerGroup revelou que:
Enquanto isso, o desafio permanece: como crescer de forma sustentável, com estrutura e com uma equipe cada vez mais difícil de formar e manter?
Neste novo cenário, não basta contratar, é preciso reter, capacitar e engajar.
Empresas que apostam em dados e tecnologia têm mais chances de equilibrar crescimento com eficiência e segurança.
Na Gobrax, a inteligência logística começa pela visão completa da operação e isso inclui pessoas, processos e resultados. Com a plataforma para o gestor e o aplicativo do motorista, a transportadora pode:
Além disso, os dados permitem uma gestão mais estratégica da jornada, contribuindo diretamente para a motivação e segurança de quem está nas estradas.
Os dados não deixam dúvidas: o transporte rodoviário vai continuar sendo o principal motor logístico do Brasil.
No entanto, crescer com frota sem ter estrada, e sem ter motoristas, é colocar em risco a saúde do setor.
Portanto, o equilíbrio entre tecnologia, gestão de pessoas e planejamento é o único caminho possível.
Na dúvida sobre por onde começar?
A Gobrax está aqui para caminhar com você. Com dados, soluções práticas e visão de futuro.
Nos vemos na estrada!
Implementar a premiação na transportadora como incentivo para os motoristas pode ser uma estratégia poderosa para aumentar a produtividade e promover a segurança nas estradas. Além de impactar positivamente a performance da frota, esse tipo de programa também contribui para a redução de custos com combustível, manutenção e multas. Para ajudar sua transportadora a criar um programa eficaz, confira esses três passos essenciais.
Para que o programa de premiação tenha um impacto real, é necessário definir critérios claros e relacionados aos objetivos da sua transportadora. Como medir o desempenho da frota? Início da faixa verde, pressão do acelerador, motor ligado parado, piloto automático? Esses indicadores fortalecem a eficiência no consumo de combustível, diminuem o número de manutenção dos veículos e que reduzem as infrações, podem ser boas opções para a avaliação, tudo depende das prioridades da sua transportadora.
Assegure-se de que esses critérios possam ser acompanhados facilmente, garantindo a transparência e a justiça na premiação.
As recompensas devem ser incentivadoras para a frota. Prêmios em dinheiro são a melhor opção para reter motoristas, pois asseguram uma segurança financeira, mais qualidade de vida e motivam as boas práticas de condução. Mas caso você queira iniciar com prêmios tangíveis, kits, eletrônicos e vales-presentes, são um bom começo para implementar essa mudança. O importante é que o prêmio tenha apelo e seja percebido como um verdadeiro incentivo para o esforço. Com prêmios adequados, os motoristas tendem a se empenhar mais em suas funções, promovendo melhorias significativas na empresa.
Um programa de premiação só será eficaz se houver acompanhamento constante do desempenho dos motoristas. Ao definir os indicadores, lembre-se de realizar avaliações frequentes, podendo ser semanais, mensais ou trimestrais.
Esses feedbacks são essenciais para que os motoristas saibam onde estão se destacando e em que áreas precisam melhorar. Além disso, a visualização constante sobre o progresso ajuda a fortalecer a motivação e o engajamento com a segurança e a eficiência no trabalho.
Criar um programa de premiação de motoristas não só contribui para a melhoria do desempenho, mas também promove a segurança nas estradas e reduz custos operacionais. Com critérios bem definidos, prêmios atrativos e feedback contínuo, sua transportadora pode se beneficiar de uma equipe mais comprometida e produtiva!
Quer ficar por dentro das atualidades do setor logístico? Acompanhe o podcast @moveacademybr nas redes sociais!
Nos vemos na estrada! 👋