Nas últimas semanas, o preço do diesel é um assunto que vem preocupando o setor do transporte rodoviário de cargas. Não é por menos, já que o combustível pode representar até 45% dos custos operacionais para as transportadoras.
Por outro lado, as práticas de ESG são pilares ambientais, sociais e de governança, que a maioria das empresas já seguem. Diante de metas a serem cumpridas, a operação dessas organizações passa a ser pensada de ponta a ponta e envolve toda a carreira de parceiros.
Por isso, para o Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), é de suma importância estar alinhado a essas diretrizes, zelando por uma das principais metas ESG: a redução de emissão de gases do efeito estufa. São atitudes como essa, que colocam a operação em destaque e garantem a competitividade da transportadora no mercado.
Mas como e por que se preocupar com isso agora, diante da pressão causada pela alta do diesel? Neste artigo, você entenderá como guiar-se pelas práticas ESG pode ser benéfico para a transportadora, para os parceiros e, principalmente, para o bolso.
Recentemente, o preço do diesel tem sofrido altas praticamente diárias. O motivo? O mercado internacional passou a receber 30% a menos de petróleo devido ao fechamento do Estreito de Ormuz, um dos principais canais de escoamento do mundo. Essa medida é um dos desdobramentos do conflito entre Irã e Israel que, desde o final de fevereiro, vem se intensificando.
Nesse cenário, o clima de insegurança no Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) aumenta consideravelmente. Até a data de publicação deste artigo, o valor do diesel já acumulava alta de R$0,90 por litro. Para uma transportadora, isso pode desequilibrar o fluxo de caixa e forçar a redução drástica de outras despesas essenciais.
Nesse cenário, guiar-se pelas práticas ESG pode ser o caminho mais seguro para lidar com a crise.
Do inglês Environmental, Social and Governance, a sigla ESG refere-se a um conjunto de boas práticas fundamentais para:
No transporte de cargas, esses pilares conectam-se diretamente a três pontos críticos da operação: o consumo de diesel, a eficiência operacional e o modelo de liderança. Acompanhe como cada um desses pilares pode ser aplicado na prática.
Como mencionamos, a redução da emissão de gases de efeito estufa é um dos pilares centrais do ESG. Na rotina da operação, esse compromisso traduz-se diretamente em eficiência energética e melhor aproveitamento do combustível.
Algumas práticas fundamentais para reduzir o consumo e, consequentemente, as emissões de CO2 incluem:
Essas atitudes definem uma condução consciente e econômica. Mas o grande desafio é: como manter o motorista engajado nessas boas práticas? Confira esta dica estratégica:

A maneira como você gere e se comunica com sua equipe impacta diretamente as metas ESG. Por isso, é fundamental integrar ao calendário da operação programas de bem-estar, segurança no trabalho e desenvolvimento social.
Em cenários de incerteza, como a atual alta dos combustíveis, equilibrar essas frentes é um grande desafio. É natural que surjam dúvidas sobre estabilidade, salários e mudanças nos processos internos. Para manter a confiança do time e a saúde do negócio, a principal estratégia é:

Quase que um complemento do tópico anterior, a governança diz respeito às atitudes da gestão e liderança. O ponto principal aqui é: como manter a transparência e ética dentro organizacional, especialmente em momentos de crise?
Equilibrar esses valores é um desafio complexo, já que crises exigem mudanças de processos, cortes de custos operacionais e decisões críticas. Nesse cenário, o melhor caminho será sempre a transparência e o respaldo técnico.

A Gobrax é uma tecnologia que entrega muito mais do que plataforma e aplicativo; somos o parceiro com quem você pode contar em qualquer momento. Além de otimizar o dia a dia da sua operação, servimos como suporte estratégico para as decisões mais complexas.
Diante do cenário atual, estamos prontos para ajudar sua transportadora atuando com tecnologia voltada para a economia de diesel. Com a proposta de diminuir os custos de operação, proporcionamos:
Essas são apenas algumas das vantagens de ser um parceiro Gobrax. Quem já utiliza sabe: nossa tecnologia garante uma economia mínima mensal de 4% no diesel. Em um cenário de alta nos combustíveis, a decisão de reduzir o consumo deve estar nas suas mãos.
Quer continuar por dentro do aumento do diesel? Inscreva-se na nossa newsletter Pit Stop, onde você receberá atualizações e dicas exclusivas sobre esse assunto. Esperamos você!
Os pontos de pesagem estrategicamente distribuídos pelas rodovias brasileiras permitem que órgãos como o DNIT e a ANTT monitorem o fluxo de mercadorias e identifiquem as demandas de infraestrutura essenciais ao setor logístico. Além disso, essas estruturas funcionam como um mecanismo de fiscalização, assegurando a conformidade entre o valor do frete registrado e a carga efetivamente transportada.
Em alguns pontos, o processo de pesagem ainda necessita da parada completa do veículo na área de balança, o que passa a ser desnecessário com a nova tecnologia HS-WIM. Neste artigo, você vai conhecer melhor esse sistema e entender o que ele trás de novo para o TRC.
Sigla para o termo em inglês High Speed Weigh-in-Motion, o HS-WIM é um sistema de pesagem em alta velocidade que permite a aferição completa de veículos de carga sem a necessidade de parada ou redução drástica de velocidade.
Embora os estudos sobre essa tecnologia tenham se iniciado na década de 1990, sua discussão e regulamentação no Brasil ganharam força apenas a partir de 2021. Foi nesse mesmo ano que ocorreu a primeira implementação do sistema em solo nacional, na rodovia BR-101, em um trecho localizado no Espírito Santo.
Contudo, após a instalação, o sistema passou por um rigoroso período de testes e homologação pelo Inmetro, o que resultou no início efetivo das fiscalizações e autuações somente em 2024.
A tecnologia integra sensores instalados diretamente no pavimento a pórticos posicionados sobre a rodovia. Ao transitar por esses pontos, o veículo é submetido a um escaneamento completo que identifica o Peso Bruto Total (PBT), o peso por eixo (ou conjunto de eixos) e as dimensões totais da composição.
Abaixo, detalhamos os principais componentes do sistema e suas respectivas funções:
Durante a passagem, os pórticos sinalizam se o seu veículo está apto para seguir viagem ou se precisará realizar parada no próximo posto geral de verificação, para uma segunda avaliação.
De acordo com a ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre), há diversos benefícios previstos para o transporte rodoviário de cargas com a implementação das balanças HS-WIM. Dentre esses benefícios, o órgão cita:
Ou seja, o que a nova tecnologia de balanças promete é a eficiência integral no que diz respeito a pesagem de veículos.
Sim, de acordo com a resolução CONTRAM n° 9052/2022, todos os veículos pesados (ônibus, caminhões, torres e outros) são obrigados a passar pela balança de pesagem. O descumprimento dessa norma, pode acarretar ao transportador penalidades financeiras e administrativas, conforme previsto no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
No modelo HS-WIM, entretanto, essa dinâmica muda: a fiscalização ocorre de forma automática e imperceptível, uma vez que os sensores estão integrados diretamente à pista de rolamento. Isso elimina a necessidade de o motorista desviar o trajeto para uma balança física, a menos que o sistema identifique uma irregularidade e solicite a pesagem de precisão.
Para simplificar o entendimento em relação às diferenças entre o modelo de balança tradicional e a tecnologia HS-WIM, a Gobrax preparou uma tabela comparativa que você confere abaixo.

As informações para a tabela acima, foram coletadas em uma matéria publicada pela Ecorodovias, concessionária pioneira na instalação das primeiras balança com sistema HS-WIM no Brasil. As informações foram coletadas em um mesmo período de uso das balanças.
Diante do avanço das tecnologias de fiscalização, ferramentas que ajudam a gerir os custos de forma eficiente tornaram-se indispensáveis. Nesse cenário, ter uma equipe engajada e alinhada às melhores práticas de condução é o diesel que faz o motor da sua operação rodar.
Você não precisa estar sozinho nessa jornada. Escolha quem garante as informações necessárias para gerir seu negócio com previsibilidade e praticidade.
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Durante muito tempo, empresas acreditaram que bons salários eram a chave para manter profissionais engajados. Porém, o mercado de trabalho mudou. Hoje, apenas remuneração competitiva não basta para segurar talentos.
Cada vez mais, os profissionais buscam propósito, reconhecimento e qualidade de vida. Por isso, quando esses fatores não são considerados, mesmo salários altos deixam de ser atrativos. A consequência é a alta rotatividade, que impacta diretamente nos custos e nos resultados da empresa.
De acordo com pesquisas recentes do G1 e da Wellhub:
O recado é claro: reter talentos exige mais do que apenas folha de pagamento.
O salário continua sendo importante, mas não é o fator principal de engajamento. Além disso, os grandes motivadores estão ligados à experiência e ao ambiente de trabalho:
Em resumo, esses dados reforçam que o colaborador não é movido apenas pelo bolso, mas também por fatores emocionais, sociais e culturais.
Quando falamos em reconhecimento, muitas empresas limitam essa prática a bônus financeiros ou promoções, o que funciona para motivar o profissional. No entanto, existem diversas outras formas de valorizar a equipe para que elas alcancem esse reconhecimento:
Dessa forma, a empresa consegue criar um ambiente mais saudável, onde o reconhecimento não é exceção, mas regra. A grande vantagem é que essas iniciativas não apenas motivam, como também reduzem a rotatividade.
Um erro comum é concentrar programas de incentivo apenas em algumas áreas ou cargos de liderança. Esse tipo de prática pode gerar exclusão e frustração.
Quando a empresa abre espaço para que todos possam ser reconhecidos, os resultados se multiplicam. Entre os principais impactos estão:
Portanto, reconhecer a equipe de forma ampla é um investimento estratégico, não apenas uma ação de curto prazo.
O mercado já mostra uma tendência crescente: premiar pela inovação.
Não se trata apenas de criar novos produtos, mas de reconhecer quem traz soluções para melhorar processos, economizar tempo e recursos, ou tornar o trabalho mais sustentável.
Ao estimular esse tipo de comportamento, a empresa reforça uma cultura de melhoria contínua e reconhecimento inteligente.
Vamos imaginar uma empresa com 200 colaboradores. Se apenas 20 recebem incentivo, os outros 180 podem se sentir esquecidos. Mas quando todos têm chance de participar, a cultura de motivação passa a ser parte do DNA da organização.
Os benefícios são claros:
✔️ Menor rotatividade.
✔️ Maior engajamento no dia a dia.
✔️ Facilidade para atrair novos talentos.
✔️ Crescimento sustentável e coletivo.
Reconhecer e valorizar a equipe não é apenas uma questão de “fazer o certo”, mas também uma estratégia competitiva para manter sua empresa forte no mercado.
Salário competitivo continua sendo essencial, mas não é o suficiente para garantir motivação e engajamento a longo prazo. Para reter talentos, é preciso criar uma cultura que valorize bem-estar, respeito, reconhecimento e inovação.
Empresas que entendem isso não apenas reduzem custos com rotatividade, mas também atraem os melhores profissionais, constroem equipes mais unidas e aceleram seus resultados.
E você, já pensou em como a sua empresa pode ir além do salário para motivar e reter talentos?
Mais do que uma tendência, o ESG na logística é hoje uma exigência do mercado. Grandes embarcadores já avaliam seus fornecedores com base em critérios ambientais, sociais e de governança, e transportadoras que não se adaptarem podem perder competitividade. Por outro lado, quem conseguir integrar esses três pilares no dia a dia terá não apenas eficiência, mas também uma vantagem estratégica de longo prazo.
Quando falamos de ESG, o “E” de Environmental (Ambiental) costuma ser o primeiro pilar que vem à mente. E não é por acaso. O transporte rodoviário responde por cerca de 9% das emissões totais de CO₂ no Brasil, segundo o Ministério da Ciência e Tecnologia. Isso mostra a relevância ambiental do setor, mas também revela uma grande oportunidade.
Cada litro de diesel economizado significa menos emissões de gases de efeito estufa e, ao mesmo tempo, redução de custos para a empresa. Esse é um ponto central: sustentabilidade e eficiência caminham juntas.
Além das emissões diretas, práticas de dirigibilidade influenciam fortemente o impacto ambiental da frota. Ações como dirigir na faixa verde, evitar excesso de velocidade, usar o embalo do caminhão e reduzir o tempo de motor ligado com o veículo parado são atitudes simples que, em escala, reduzem consideravelmente a pegada ambiental das operações. Quer saber como mensurar esses resultados? A Gobrax pode ajudar.
Mas não é só o motorista que faz a diferença. A inovação tecnológica tem papel fundamental. Hoje já vemos o avanço de:
A mensagem é clara: o futuro do transporte passa pela eficiência ambiental. E empresas que não incorporarem esse fator em sua operação correm o risco de ficar fora de grandes contratos.
Se o Ambiental mostra o impacto do transporte no planeta, o Social coloca em evidência as pessoas que fazem a roda girar. No caso do transporte rodoviário, isso significa olhar principalmente para o motorista: elo essencial entre transportadoras, embarcadores e clientes finais.
É comum confundir o pilar Social com ações pontuais de filantropia. Mas ele vai muito além. Estamos falando de estruturas consistentes de responsabilidade social corporativa, que envolvem:
E há um ponto crucial: não existe eficiência sem segurança. Segundo dados da Pamcary, em 2024, 62% das perdas no transporte vieram de acidentes, contra apenas 0,53 roubos a cada 10 mil viagens. Esse número mostra que cuidar do motorista é cuidar do negócio.
Investir em saúde, segurança e bem-estar não deve ser visto como custo extra, mas sim como prevenção de riscos.
Práticas como acompanhamento de jornadas, treinamentos de direção defensiva, incentivo a hábitos saudáveis e programas de reconhecimento contribuem para reduzir acidentes, aumentar a motivação das equipes e reforçar a confiança do mercado. O resultado? Menor rotatividade de motoristas, maior engajamento, menos acidentes e uma reputação sólida diante dos embarcadores. Em um setor carente de mão de obra qualificada, ser visto como empregador responsável pode ser o diferencial que garante continuidade e competitividade.
O terceiro pilar do ESG é a Governança. Ele é responsável por dar consistência às iniciativas ambientais e sociais, garantindo que elas não fiquem apenas no discurso. Sem governança, há risco de práticas serem vistas como “greenwashing” ou de perderem credibilidade diante do mercado.
Na prática, governança no transporte significa:
A governança é o fio condutor que conecta todos os envolvidos na cadeia logística: acionistas, gestores, motoristas, embarcadores e clientes finais. Quando bem estruturada, ela mostra que a empresa não está apenas preocupada com resultados imediatos, mas comprometida com relevância e sustentabilidade no longo prazo.
Ao olhar para frente, fica claro que o futuro da logística será guiado pela integração entre ESG e tecnologia. Três movimentos já estão em curso e devem ganhar ainda mais força:
No entanto, também há gargalos a enfrentar: falta de motoristas qualificados, custos crescentes de diesel e manutenção, e baixa previsibilidade da demanda. Por isso, não dá para esperar estabilidade no mercado para começar a economizar. A hora de investir em eficiência e sustentabilidade é agora.
O setor de transporte rodoviário de cargas tem diante de si um desafio e uma oportunidade. De um lado, o desafio existe porque os impactos ambientais, sociais e econômicos são grandes. Por outro lado, a oportunidade se revela porque integrar ESG na logística significa construir um futuro mais competitivo, responsável e sustentável.
Na Gobrax, acreditamos que sustentabilidade e eficiência caminham juntas. A missão é clara: economizar 1 bilhão de litros de diesel até 2030, apoiando transportadoras a se tornarem referência em eficiência, segurança e responsabilidade. E para continuar essa conversa sobre o futuro do transporte, temos um encontro marcado:
Nos dias 1 e 2 de outubro, estaremos no Logística do Futuro 2025, em São Paulo.
O futuro da logística será coletivo, conectado e sustentável. E começa agora.
A Inteligência Artificial no transporte já é realidade para empresas que querem melhorar o desempenho e trazer mais eficiência na operação. Cada vez mais transportadoras estão recorrendo a soluções com IA, como o ChatGPT, para automatizar decisões, reduzir desperdícios e operar com dados confiáveis em tempo real.
Neste artigo, você vai entender como a IA está revolucionando a logística, quais resultados ela já entrega e como sua empresa pode dar o próximo passo.
A Inteligência Artificial aplicada à frota auxilia a capacidade de sistemas interpretarem dados operacionais para prever comportamentos, sugerir melhorias e automatizar processos.
Em outras palavras, ela transforma a rotina da operação:
Além disso, a IA facilita a vida do gestor ao entregar insights prontos para decisão, em vez de planilhas e análises manuais.
O ChatGPT na gestão de frotas pode funcionar como um copiloto inteligente: ele interpreta dados brutos e os transforma em texto claro, sugestões de ação ou resumos para tomada de decisão.
Por exemplo, com ChatGPT é possível:
Por isso, o ChatGPT tem ganhado espaço na rotina de empresas que buscam facilitar o trabalho do gestor, integrando-o com a tecnologia.
Implementar a Inteligência Artificial na logística vai além do ChatGPT, mas sim também com tecnologias que nasceram para entregar ganhos estratégicos e operacionais para o transporte rodoviário.
Transportadoras que aplicam IA já conseguem:
Como resultado, operações ficam mais confiáveis, com mais tempo para focar no estratégico e tem dados concretos para tomar decisões mais assertivas.
Para que a IA funcione de verdade, é essencial ter uma cultura baseada em dados.
Ou seja:
Além disso, é importante que a Inteligência Artificial ajude não só na análise, mas também na recomposição de rotas, feedback a motoristas e prevenção de falhas.
A Inteligência Artificial na gestão de frotas não é só inovação, é diferencial competitivo. Com ela, decisões se tornam mais rápidas, eficientes e seguras. E com o suporte de modelos como o ChatGPT, a análise de dados complexos vira uma conversa simples e útil para a rotina do gestor.
Portanto, se sua operação ainda depende de planilhas, anotações manuais e intuição, talvez seja hora de dar o próximo passo.
Para ficar por dentro de tudo que os maiores líderes da logística estão aplicando nas suas operações, acompanhe o podcast @moveacademybr
Nos vemos na estrada!
O conceito de ESG tornou-se um fator fundamental para a sustentabilidade e veio para ficar nas empresas. Originado em 2004 por meio do Pacto Global da ONU em parceria com o Banco Mundial, o ESG integra princípios ambientais, sociais e de governança corporativa nas decisões empresariais.
Além disso, o impacto desse conceito vai muito além das práticas internas das organizações. Ele influencia diretamente a relação com seus fornecedores. Dessa forma, a adoção de critérios ESG na cadeia de suprimentos não apenas melhora a reputação corporativa, mas também reduz riscos, fortalece a conformidade regulatória e promove um impacto positivo na sociedade e no meio ambiente.
De acordo com uma pesquisa realizada pelo Pacto Global da ONU em parceria com a consultoria Stilingue, nos últimos quatro anos, o número de menções à sigla ESG cresceu impressionantes 2.600% nas redes sociais. Isso demonstra uma crescente preocupação global com a sustentabilidade e a governança corporativa.
Diante desse cenário, as empresas que incorporam critérios ESG na escolha de seus fornecedores ganham vantagens competitivas, como:
Compliance e regulação: Estar em conformidade com normas ambientais e sociais evita penalidades e sanções.
Redução de riscos: Evitar associação com práticas ambientais prejudiciais, trabalhos irregulares e falta de transparência.
Valorização da marca: Consumidores e embarcadores estão cada vez mais atentos à ética e práticas sustentáveis.
Eficiência operacional: Processos sustentáveis podem reduzir custos a longo prazo e aumentar a produtividade.
Para começar, grandes embarcadores avaliam transportadoras com base nos critérios ESG. Isso inclui verificar a origem dos materiais, as condições de trabalho, a emissão de poluentes e as práticas éticas.
Além disso, manter um processo transparente de auditoria e apresentar dados concretos garante que a transportadora cumpra os padrões ESG. O uso de certificações reconhecidas, como ISO 14001 e ABNT PR2030, pode ser um diferencial competitivo.
Outra estratégia importante é incentivar fornecedores a adotarem soluções sustentáveis. Isso pode incluir o uso eficiente de recursos naturais, a redução de emissões de CO₂ e a implementação da logística reversa.
Entretanto, é fundamental evitar fornecedores que praticam o chamado “greenwashing”, ou seja, que promovem discursos sustentáveis sem respaldo real. Para isso, é essencial trabalhar com dados e indicadores confiáveis.
Por fim, criar programas de sensibilização e treinamento para fornecedores é uma excelente prática. Isso garante que eles compreendam a importância do ESG e possam implementar melhorias em seus processos.
A implementação do ESG é extremamente relevante no setor de transportes e logística. Afinal, esse setor enfrenta desafios relacionados às emissões de carbono, ao consumo de combustível e às condições de trabalho. Diante desse cenário, algumas iniciativas que podem ser adotadas incluem:
Além dessas ações, a incorporação de critérios ESG na escolha de fornecedores não é mais uma opção, mas sim uma necessidade para empresas que desejam crescer de forma sustentável e responsável. Isso porque, além de atender às demandas regulatórias e sociais, essa estratégia fortalece a reputação e cria um ambiente de negócios mais ético e eficiente.
Em outras palavras, empresas que se antecipam a essa tendência e promovem boas práticas ESG com seus fornecedores estão mais bem posicionadas para o futuro e conquistam maior valor no mercado.
Diante de tudo isso, a pergunta que fica é: sua empresa está pronta para essa transformação?
Quer ficar por dentro do setor logístico em primeira mão? Acompanhe o podcast @moveacademybr
Nos vemos na estrada! 👋
O setor de transporte logístico é um dos mais competitivos, com as mudanças no mercado e a demanda por sustentabilidade, é essencial adotar estratégias para se destacar. Avalie se sua transportadora já utiliza essas soluções.
A automação e a Inteligência Artificial são pilares fundamentais para otimizar processos, aumentar a eficiência operacional e reduzir erros. Além disso, soluções como sistemas de monitoramento de frota e até robôs em armazéns já são realidade em algumas operações. Quem adota, lidera o mercado.
Dica: Invista em tecnologias embarcadas que analisam cada ponto da operação, garantindo mais precisão na gestão.
A sustentabilidade deixou de ser um diferencial e se tornou uma exigência do mercado. Transportadoras com ações verdes como a redução de carbono e otimização de rotas ganham não só alcançam o topo da liderança do mercado, mas também fazem parte do 8% da indústria logística que adota práticas sustentáveis.
Os consumidores de hoje esperam rapidez e conveniência, especialmente no e-commerce. Portanto, adaptar-se às demandas do mercado significa oferecer prazos de entrega mais curtos, flexíveis e modelos de atendimento personalizados.
Para isso, estratégias para otimizar a gestão da sua frota e engajar o motorista são algumas alternativas que podem te fazer economizar tempo e dominar o mercado logístico.
A Gobrax tem em uma única plataforma multimarca a solução para te auxiliar.
A fidelização do cliente começa com uma logística estratégica e vai até a boa relação dele com o motorista. Por isso, esteja sempre um passo à frente da dor dele. Desde a coleta até a entrega final, faz parte da tática do mercado para garantir uma experiência excepcional.
Liderar o mercado logístico em um cenário tão dinâmico requer mais do que seguir tendências: é preciso antecipá-las. Com tempo para traçar um plano estratégico efetivo, sua transportadora estará pronta para não apenas atender às expectativas do mercado, mas sim para superá-las.
Não perca nada do que está acontecendo no mundo da logística: Acompanhe o podcast Move Academy para ficar por dentro de tudo em primeira mão.
Nos vemos na estrada! 👋
Que a tecnologia está ganhando cada vez mais o mercado, a gente sabe. Mas você está aproveitando ela da melhor maneira para elevar a experiência do cliente e otimizar a operação da sua transportadora?
O motorista é a última ponta da cadeia logística e a mais importante para desempenhar um papel crucial na fidelização do cliente. Mantê-lo engajado dentro da sua operação é o que faz ele entregar o melhor resultado para a empresa.
Uma pesquisa do Instituto Paulista do Transporte de Carga (IPTC) indica que o número de motoristas habilitados no Brasil está diminuindo desde 2015, e, para continuar com os melhores, sua transportadora precisa se destacar.
Invista em tecnologias que permitam a autonomia do condutor na viagem e promovam premiações justas.
Além de manter o motorista mais engajado, aumenta o bem-estar, traz senso de responsabilidade, seu caminhão tem uma durabilidade maior, a emissão de CO2 diminui e consequentemente gera mais economia para o caixa da empresa.
Tome iniciativas baseadas em dados para mapear as principais dores do motorista e implementar melhorias nas condições de trabalho é essencial para que ele se sinta bem e valorizado.
Com uma concorrência cada vez mais acirrada por bons profissionais, investir em tecnologias que melhoram a comunicação, simplificam processos e oferecem treinamentos personalizados faz toda a diferença para transmitir esse cuidado ao consumidor final, elevando o padrão de atendimento e consolidando a reputação da transportadora.
A dor do cliente é sua dor também, antecipar esses problemas é sair na frente.
Para isso, otimizar rotas, ter uma previsão de entrega, e trazer dados concretos da viagem e ESG deixam sua transportadora no topo na hora das empresas buscarem por operações logísticas. Mas lembre-se: manter a boa relação (o famoso olho no olho) sempre será o fator principal para construir uma boa parceria. A Gobrax pode ser o braço direito para o Gestor de Frota da sua transportadora, elevando a tecnologia da empresa com análises completas e personalizadas de acordo com a quantidade da frota, tipo de caminhão e objetivo da empresa.
Gostou do assunto e quer saber mais? O Podcast Move Academy pode te ajudar a ter insights de como superar o nível de serviço da sua transportadora cada vez mais.
Nos vemos na estrada! 👋