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Aumento do diesel: como atravessar esse cenário sem abrir mão das metas ESG

Nas últimas semanas, o preço do diesel é um assunto que vem preocupando o setor do transporte rodoviário de cargas. Não é por menos, já que o combustível pode representar até 45% dos custos operacionais para as transportadoras.

Por outro lado, as práticas de ESG são pilares ambientais, sociais e de governança, que a maioria das empresas já seguem. Diante de metas a serem cumpridas, a operação dessas organizações passa a ser pensada de ponta a ponta e envolve toda a carreira de parceiros.

Por isso, para o Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), é de suma importância estar alinhado a essas diretrizes, zelando por uma das principais metas ESG: a redução de emissão de gases do efeito estufa. São atitudes como essa, que colocam a operação em destaque e garantem a competitividade da transportadora no mercado.

Mas como e por que se preocupar com isso agora, diante da pressão causada pela alta do diesel? Neste artigo, você entenderá como guiar-se pelas práticas ESG pode ser benéfico para a transportadora, para os parceiros e, principalmente, para o bolso.

Contexto: por que o diesel está subindo?

Recentemente, o preço do diesel tem sofrido altas praticamente diárias. O motivo? O mercado internacional passou a receber 30% a menos de petróleo devido ao fechamento do Estreito de Ormuz, um dos principais canais de escoamento do mundo. Essa medida é um dos desdobramentos do conflito entre Irã e Israel que, desde o final de fevereiro, vem se intensificando.

Nesse cenário, o clima de insegurança no Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) aumenta consideravelmente. Até a data de publicação deste artigo, o valor do diesel já acumulava alta de R$0,90 por litro. Para uma transportadora, isso pode desequilibrar o fluxo de caixa e forçar a redução drástica de outras despesas essenciais.

Nesse cenário, guiar-se pelas práticas ESG pode ser o caminho mais seguro para lidar com a crise.

Práticas ESG:  como e por que manter em períodos de crise

Do inglês Environmental, Social and Governance, a sigla ESG refere-se a um conjunto de boas práticas fundamentais para:

No transporte de cargas, esses pilares conectam-se diretamente a três pontos críticos da operação: o consumo de diesel, a eficiência operacional e o modelo de liderança. Acompanhe como cada um desses pilares pode ser aplicado na prática.

Ambiental: o motor da economia

Como mencionamos, a redução da emissão de gases de efeito estufa é um dos pilares centrais do ESG. Na rotina da operação, esse compromisso traduz-se diretamente em eficiência energética e melhor aproveitamento do combustível.

Algumas práticas fundamentais para reduzir o consumo e, consequentemente, as emissões de CO2 incluem:

Essas atitudes definem uma condução consciente e econômica. Mas o grande desafio é: como manter o motorista engajado nessas boas práticas? Confira esta dica estratégica:

Social: o freio para a insegurança

A maneira como você gere e se comunica com sua equipe impacta diretamente as metas ESG. Por isso, é fundamental integrar ao calendário da operação programas de bem-estar, segurança no trabalho e desenvolvimento social.

Em cenários de incerteza, como a atual alta dos combustíveis, equilibrar essas frentes é um grande desafio. É natural que surjam dúvidas sobre estabilidade, salários e mudanças nos processos internos. Para manter a confiança do time e a saúde do negócio, a principal estratégia é:

Governança: o farol da operação

Quase que um complemento do tópico anterior, a governança diz respeito às atitudes da gestão e liderança. O ponto principal aqui é: como manter a transparência e ética dentro organizacional, especialmente em momentos de crise?

Equilibrar esses valores é um desafio complexo, já que crises exigem mudanças de processos, cortes de custos operacionais e decisões críticas. Nesse cenário, o melhor caminho será sempre a transparência e o respaldo técnico.

Como a Gobrax pode te ajudar?

A Gobrax é uma tecnologia que entrega muito mais do que plataforma e aplicativo; somos o parceiro com quem você pode contar em qualquer momento. Além de otimizar o dia a dia da sua operação, servimos como suporte estratégico para as decisões mais complexas.

Diante do cenário atual, estamos prontos para ajudar sua transportadora atuando com tecnologia voltada para a economia de diesel. Com a proposta de diminuir os custos de operação, proporcionamos:

Essas são apenas algumas das vantagens de ser um parceiro Gobrax. Quem já utiliza sabe: nossa tecnologia garante uma economia mínima mensal de 4% no diesel. Em um cenário de alta nos combustíveis, a decisão de reduzir o consumo deve estar nas suas mãos.

Quer continuar por dentro do aumento do diesel? Inscreva-se na nossa newsletter Pit Stop, onde você receberá atualizações e dicas exclusivas sobre esse assunto. Esperamos você!

Pesagem em movimento: a tecnologia que veio para ficar

Os pontos de pesagem estrategicamente distribuídos pelas rodovias brasileiras permitem que órgãos como o DNIT e a ANTT monitorem o fluxo de mercadorias e identifiquem as demandas de infraestrutura essenciais ao setor logístico. Além disso, essas estruturas funcionam como um mecanismo de fiscalização, assegurando a conformidade entre o valor do frete registrado e a carga efetivamente transportada.

Em alguns pontos, o processo de pesagem ainda necessita da parada completa do veículo na área de balança, o que passa a ser desnecessário com a nova tecnologia HS-WIM. Neste artigo, você vai conhecer melhor esse sistema e entender o que ele trás de novo para o TRC. 

O que é balança dinâmica ou HS-WIM

Sigla para o termo em inglês High Speed Weigh-in-Motion, o HS-WIM é um sistema de pesagem em alta velocidade que permite a aferição completa de veículos de carga sem a necessidade de parada ou redução drástica de velocidade.

Embora os estudos sobre essa tecnologia tenham se iniciado na década de 1990, sua discussão e regulamentação no Brasil ganharam força apenas a partir de 2021. Foi nesse mesmo ano que ocorreu a primeira implementação do sistema em solo nacional, na rodovia BR-101, em um trecho localizado no Espírito Santo.

Contudo, após a instalação, o sistema passou por um rigoroso período de testes e homologação pelo Inmetro, o que resultou no início efetivo das fiscalizações e autuações somente em 2024.

Como funciona a pesagem dinâmica

A tecnologia integra sensores instalados diretamente no pavimento a pórticos posicionados sobre a rodovia. Ao transitar por esses pontos, o veículo é submetido a um escaneamento completo que identifica o Peso Bruto Total (PBT), o peso por eixo (ou conjunto de eixos) e as dimensões totais da composição.

Abaixo, detalhamos os principais componentes do sistema e suas respectivas funções:

Durante a passagem, os pórticos sinalizam se o seu veículo está apto para seguir viagem ou se precisará realizar parada no próximo posto geral de verificação, para uma segunda avaliação.

Principais características e benefícios da pesagem em movimento

De acordo com a ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre), há diversos benefícios previstos para o transporte rodoviário de cargas com a implementação das balanças HS-WIM. Dentre esses benefícios, o órgão cita:

Ou seja, o que a nova tecnologia de balanças promete é a eficiência integral no que diz respeito a pesagem de veículos.

A pesagem é obrigatória?

Sim, de acordo com a resolução CONTRAM n° 9052/2022, todos os veículos pesados (ônibus, caminhões, torres e outros) são obrigados a passar pela balança de pesagem. O descumprimento dessa norma, pode acarretar ao transportador penalidades financeiras e administrativas, conforme previsto no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

No modelo HS-WIM, entretanto, essa dinâmica muda: a fiscalização ocorre de forma automática e imperceptível, uma vez que os sensores estão integrados diretamente à pista de rolamento. Isso elimina a necessidade de o motorista desviar o trajeto para uma balança física, a menos que o sistema identifique uma irregularidade e solicite a pesagem de precisão.

Balança tradicional x Balança HS-WIM

Para simplificar o entendimento em relação às diferenças entre o modelo de balança tradicional e a tecnologia HS-WIM, a Gobrax preparou uma tabela comparativa que você confere abaixo.

As informações para a tabela acima, foram coletadas em uma matéria publicada pela Ecorodovias, concessionária pioneira na instalação das primeiras balança com sistema HS-WIM no Brasil.  As informações foram coletadas em um mesmo período de uso das balanças.

Você não precisa assumir esse peso sozinho

Diante do avanço das tecnologias de fiscalização, ferramentas que ajudam a gerir os custos de forma eficiente tornaram-se indispensáveis. Nesse cenário, ter uma equipe engajada e alinhada às melhores práticas de condução é o diesel que faz o motor da sua operação rodar.

Você não precisa estar sozinho nessa jornada. Escolha quem garante as informações necessárias para gerir seu negócio com previsibilidade e praticidade.

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Além do salário: como motivar e reter talentos na transportadora

Durante muito tempo, empresas acreditaram que bons salários eram a chave para manter profissionais engajados. Porém, o mercado de trabalho mudou. Hoje, apenas remuneração competitiva não basta para segurar talentos.

Cada vez mais, os profissionais buscam propósito, reconhecimento e qualidade de vida. Por isso, quando esses fatores não são considerados, mesmo salários altos deixam de ser atrativos. A consequência é a alta rotatividade, que impacta diretamente nos custos e nos resultados da empresa.

De acordo com pesquisas recentes do G1 e da Wellhub:

O recado é claro: reter talentos exige mais do que apenas folha de pagamento.

Como motivar e reter talentos?

O salário continua sendo importante, mas não é o fator principal de engajamento. Além disso, os grandes motivadores estão ligados à experiência e ao ambiente de trabalho:

Em resumo, esses dados reforçam que o colaborador não é movido apenas pelo bolso, mas também por fatores emocionais, sociais e culturais.

Reconhecimento além do salário

Quando falamos em reconhecimento, muitas empresas limitam essa prática a bônus financeiros ou promoções, o que funciona para motivar o profissional. No entanto, existem diversas outras formas de valorizar a equipe para que elas alcancem esse reconhecimento:

Dessa forma, a empresa consegue criar um ambiente mais saudável, onde o reconhecimento não é exceção, mas regra. A grande vantagem é que essas iniciativas não apenas motivam, como também reduzem a rotatividade.

Por que investir em incentivos para toda a equipe?

Um erro comum é concentrar programas de incentivo apenas em algumas áreas ou cargos de liderança. Esse tipo de prática pode gerar exclusão e frustração.

Quando a empresa abre espaço para que todos possam ser reconhecidos, os resultados se multiplicam. Entre os principais impactos estão:

Portanto, reconhecer a equipe de forma ampla é um investimento estratégico, não apenas uma ação de curto prazo.

Premiar pela inovação: um caminho de futuro

O mercado já mostra uma tendência crescente: premiar pela inovação.
Não se trata apenas de criar novos produtos, mas de reconhecer quem traz soluções para melhorar processos, economizar tempo e recursos, ou tornar o trabalho mais sustentável.

Ideias do que considerar inovação

Processo

Eficiência

Sustentabilidade

Ao estimular esse tipo de comportamento, a empresa reforça uma cultura de melhoria contínua e reconhecimento inteligente.

Resultado na prática: menos rotatividade, mais crescimento

Vamos imaginar uma empresa com 200 colaboradores. Se apenas 20 recebem incentivo, os outros 180 podem se sentir esquecidos. Mas quando todos têm chance de participar, a cultura de motivação passa a ser parte do DNA da organização.

Os benefícios são claros:
✔️ Menor rotatividade.
✔️ Maior engajamento no dia a dia.
✔️ Facilidade para atrair novos talentos.
✔️ Crescimento sustentável e coletivo.

Reconhecer e valorizar a equipe não é apenas uma questão de “fazer o certo”, mas também uma estratégia competitiva para manter sua empresa forte no mercado.

Salário competitivo continua sendo essencial, mas não é o suficiente para garantir motivação e engajamento a longo prazo. Para reter talentos, é preciso criar uma cultura que valorize bem-estar, respeito, reconhecimento e inovação.

Empresas que entendem isso não apenas reduzem custos com rotatividade, mas também atraem os melhores profissionais, constroem equipes mais unidas e aceleram seus resultados.

E você, já pensou em como a sua empresa pode ir além do salário para motivar e reter talentos?

ESG na Logística: O pilar que está moldando o Futuro do TRC

Mais do que uma tendência, o ESG na logística é hoje uma exigência do mercado. Grandes embarcadores já avaliam seus fornecedores com base em critérios ambientais, sociais e de governança, e transportadoras que não se adaptarem podem perder competitividade. Por outro lado, quem conseguir integrar esses três pilares no dia a dia terá não apenas eficiência, mas também uma vantagem estratégica de longo prazo.

O pilar Ambiental (E)

Eficiência e responsabilidade

Quando falamos de ESG, o “E” de Environmental (Ambiental) costuma ser o primeiro pilar que vem à mente. E não é por acaso. O transporte rodoviário responde por cerca de 9% das emissões totais de CO₂ no Brasil, segundo o Ministério da Ciência e Tecnologia. Isso mostra a relevância ambiental do setor, mas também revela uma grande oportunidade.

Mas não é só o motorista que faz a diferença. A inovação tecnológica tem papel fundamental. Hoje já vemos o avanço de:

O pilar Social (S)

Pessoas no centro da logística

Se o Ambiental mostra o impacto do transporte no planeta, o Social coloca em evidência as pessoas que fazem a roda girar. No caso do transporte rodoviário, isso significa olhar principalmente para o motorista: elo essencial entre transportadoras, embarcadores e clientes finais.

É comum confundir o pilar Social com ações pontuais de filantropia. Mas ele vai muito além. Estamos falando de estruturas consistentes de responsabilidade social corporativa, que envolvem:

Investir em saúde, segurança e bem-estar não deve ser visto como custo extra, mas sim como prevenção de riscos.

O pilar Governança (G)

Transparência que sustenta o futuro

O terceiro pilar do ESG é a Governança. Ele é responsável por dar consistência às iniciativas ambientais e sociais, garantindo que elas não fiquem apenas no discurso. Sem governança, há risco de práticas serem vistas como “greenwashing” ou de perderem credibilidade diante do mercado.

Na prática, governança no transporte significa:

A governança é o fio condutor que conecta todos os envolvidos na cadeia logística: acionistas, gestores, motoristas, embarcadores e clientes finais. Quando bem estruturada, ela mostra que a empresa não está apenas preocupada com resultados imediatos, mas comprometida com relevância e sustentabilidade no longo prazo.

Futuro do ESG na logística

Ao olhar para frente, fica claro que o futuro da logística será guiado pela integração entre ESG e tecnologia. Três movimentos já estão em curso e devem ganhar ainda mais força:

  1. Logística multimodal
    Dessa forma, a integração entre rodoviário, ferroviário e cabotagem pode reduzir custos em até um terço em trajetos longos. A diversificação de modais será um caminho estratégico para equilibrar eficiência e impacto ambiental.

No entanto, também há gargalos a enfrentar: falta de motoristas qualificados, custos crescentes de diesel e manutenção, e baixa previsibilidade da demanda. Por isso, não dá para esperar estabilidade no mercado para começar a economizar. A hora de investir em eficiência e sustentabilidade é agora.

Em resumo

ESG na logística é o motor da transformação para o futuro

O setor de transporte rodoviário de cargas tem diante de si um desafio e uma oportunidade. De um lado, o desafio existe porque os impactos ambientais, sociais e econômicos são grandes. Por outro lado, a oportunidade se revela porque integrar ESG na logística significa construir um futuro mais competitivo, responsável e sustentável.

Na Gobrax, acreditamos que sustentabilidade e eficiência caminham juntas. A missão é clara: economizar 1 bilhão de litros de diesel até 2030, apoiando transportadoras a se tornarem referência em eficiência, segurança e responsabilidade. E para continuar essa conversa sobre o futuro do transporte, temos um encontro marcado:
Nos dias 1 e 2 de outubro, estaremos no Logística do Futuro 2025, em São Paulo.

O futuro da logística será coletivo, conectado e sustentável. E começa agora.

Como a IA e o ChatGPT estão transformando o transporte

A Inteligência Artificial no transporte já é realidade para empresas que querem melhorar o desempenho e trazer mais eficiência na operação. Cada vez mais transportadoras estão recorrendo a soluções com IA, como o ChatGPT, para automatizar decisões, reduzir desperdícios e operar com dados confiáveis em tempo real.

Neste artigo, você vai entender como a IA está revolucionando a logística, quais resultados ela já entrega e como sua empresa pode dar o próximo passo.

Como a Inteligência Artificial é usada no transporte rodoviário?

A Inteligência Artificial aplicada à frota auxilia a capacidade de sistemas interpretarem dados operacionais para prever comportamentos, sugerir melhorias e automatizar processos.

Em outras palavras, ela transforma a rotina da operação:

Além disso, a IA facilita a vida do gestor ao entregar insights prontos para decisão, em vez de planilhas e análises manuais.

Como o ChatGPT atua na gestão de frotas?

O ChatGPT na gestão de frotas pode funcionar como um copiloto inteligente: ele interpreta dados brutos e os transforma em texto claro, sugestões de ação ou resumos para tomada de decisão.

Por exemplo, com ChatGPT é possível:

Por isso, o ChatGPT tem ganhado espaço na rotina de empresas que buscam facilitar o trabalho do gestor, integrando-o com a tecnologia.

Quais os benefícios da IA na logística e transporte?

Implementar a Inteligência Artificial na logística vai além do ChatGPT, mas sim também com tecnologias que nasceram para entregar ganhos estratégicos e operacionais para o transporte rodoviário.

Transportadoras que aplicam IA já conseguem:

Como resultado, operações ficam mais confiáveis, com mais tempo para focar no estratégico e tem dados concretos para tomar decisões mais assertivas.

IA e cultura de dados: como criar uma gestão orientada por inteligência?

Para que a IA funcione de verdade, é essencial ter uma cultura baseada em dados.

Ou seja:

Além disso, é importante que a Inteligência Artificial ajude não só na análise, mas também na recomposição de rotas, feedback a motoristas e prevenção de falhas.

Conclusão: por que usar IA no transporte rodoviário agora?

Portanto, se sua operação ainda depende de planilhas, anotações manuais e intuição, talvez seja hora de dar o próximo passo.

Nos vemos na estrada!

Por que o ESG é fator fundamental para embarcadores?

O conceito de ESG tornou-se um fator fundamental para a sustentabilidade e veio para ficar nas empresas. Originado em 2004 por meio do Pacto Global da ONU em parceria com o Banco Mundial, o ESG integra princípios ambientais, sociais e de governança corporativa nas decisões empresariais.

Além disso, o impacto desse conceito vai muito além das práticas internas das organizações. Ele influencia diretamente a relação com seus fornecedores. Dessa forma, a adoção de critérios ESG na cadeia de suprimentos não apenas melhora a reputação corporativa, mas também reduz riscos, fortalece a conformidade regulatória e promove um impacto positivo na sociedade e no meio ambiente.

Por que o ESG é fundamental na gestão de fornecedores?

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Pacto Global da ONU em parceria com a consultoria Stilingue, nos últimos quatro anos, o número de menções à sigla ESG cresceu impressionantes 2.600% nas redes sociais. Isso demonstra uma crescente preocupação global com a sustentabilidade e a governança corporativa.

Diante desse cenário, as empresas que incorporam critérios ESG na escolha de seus fornecedores ganham vantagens competitivas, como:

Compliance e regulação: Estar em conformidade com normas ambientais e sociais evita penalidades e sanções.

Redução de riscos: Evitar associação com práticas ambientais prejudiciais, trabalhos irregulares e falta de transparência.

Valorização da marca: Consumidores e embarcadores estão cada vez mais atentos à ética e práticas sustentáveis.

Eficiência operacional: Processos sustentáveis podem reduzir custos a longo prazo e aumentar a produtividade.

Como o ESG entra na escolha de fornecedores?

Análise criteriosa da cadeia de suprimentos

Para começar, grandes embarcadores avaliam transportadoras com base nos critérios ESG. Isso inclui verificar a origem dos materiais, as condições de trabalho, a emissão de poluentes e as práticas éticas.

Transparência e dados concretos

Além disso, manter um processo transparente de auditoria e apresentar dados concretos garante que a transportadora cumpra os padrões ESG. O uso de certificações reconhecidas, como ISO 14001 e ABNT PR2030, pode ser um diferencial competitivo.

Fomento a iniciativas sustentáveis

Outra estratégia importante é incentivar fornecedores a adotarem soluções sustentáveis. Isso pode incluir o uso eficiente de recursos naturais, a redução de emissões de CO₂ e a implementação da logística reversa.

Combate ao Greenwashing

Entretanto, é fundamental evitar fornecedores que praticam o chamado “greenwashing”, ou seja, que promovem discursos sustentáveis sem respaldo real. Para isso, é essencial trabalhar com dados e indicadores confiáveis.

Engajamento e treinamento

Por fim, criar programas de sensibilização e treinamento para fornecedores é uma excelente prática. Isso garante que eles compreendam a importância do ESG e possam implementar melhorias em seus processos.

O ESG no setor de transportes e logística

A implementação do ESG é extremamente relevante no setor de transportes e logística. Afinal, esse setor enfrenta desafios relacionados às emissões de carbono, ao consumo de combustível e às condições de trabalho. Diante desse cenário, algumas iniciativas que podem ser adotadas incluem:

Além dessas ações, a incorporação de critérios ESG na escolha de fornecedores não é mais uma opção, mas sim uma necessidade para empresas que desejam crescer de forma sustentável e responsável. Isso porque, além de atender às demandas regulatórias e sociais, essa estratégia fortalece a reputação e cria um ambiente de negócios mais ético e eficiente.

Em outras palavras, empresas que se antecipam a essa tendência e promovem boas práticas ESG com seus fornecedores estão mais bem posicionadas para o futuro e conquistam maior valor no mercado.

Diante de tudo isso, a pergunta que fica é: sua empresa está pronta para essa transformação?

Nos vemos na estrada! 👋

Estratégias para Liderar o Mercado Logístico

O setor de transporte logístico é um dos mais competitivos, com as mudanças no mercado e a demanda por sustentabilidade, é essencial adotar estratégias para se destacar. Avalie se sua transportadora já utiliza essas soluções.

Invista no mercado de Automação e Inteligência Artificial

A automação e a Inteligência Artificial são pilares fundamentais para otimizar processos, aumentar a eficiência operacional e reduzir erros. Além disso, soluções como sistemas de monitoramento de frota e até robôs em armazéns já são realidade em algumas operações. Quem adota, lidera o mercado.

Dica: Invista em tecnologias embarcadas que analisam cada ponto da operação, garantindo mais precisão na gestão.

Defina objetivos de ESG

Ofereça uma Logística Ágil e Flexível

Os consumidores de hoje esperam rapidez e conveniência, especialmente no e-commerce. Portanto, adaptar-se às demandas do mercado significa oferecer prazos de entrega mais curtos, flexíveis e modelos de atendimento personalizados.

Defina estratégias de Experiência do Cliente

A fidelização do cliente começa com uma logística estratégica e vai até a boa relação dele com o motorista. Por isso, esteja sempre um passo à frente da dor dele. Desde a coleta até a entrega final, faz parte da tática do mercado para garantir uma experiência excepcional.

Liderar o mercado logístico em um cenário tão dinâmico requer mais do que seguir tendências: é preciso antecipá-las. Com tempo para traçar um plano estratégico efetivo, sua transportadora estará pronta para não apenas atender às expectativas do mercado, mas sim para superá-las.

Nos vemos na estrada! 👋

Como encantar seus clientes com o uso da Tecnologia na Logística

Que a tecnologia está ganhando cada vez mais o mercado, a gente sabe. Mas você está aproveitando ela da melhor maneira para elevar a experiência do cliente e otimizar a operação da sua transportadora?

O elo final

Nos vemos na estrada! 👋