O Dia dos Pais movimenta o comércio em agosto e exige uma logística efetiva para entregar mais, melhor e no prazo. Se sua operação logística ainda sofre com atrasos, falhas ou insatisfação dos clientes, é hora de usar a tecnologia como aliada.
Neste artigo, você vai entender como otimizar o planejamento logístico para datas sazonais, como o Dia dos Pais, além de transformar a experiência dos clientes.
O Dia dos Pais representa uma das datas mais importantes do segundo semestre para o varejo. A expectativa de gasto médio é de R$262 por presente, um aumento de 20% em relação ao período anterior.
Por outro lado, o que mais influencia a decisão de compra do consumidor? Frete e prazo de entrega. Um estudo da Rock Content aponta que mais de 82% das desistências acontecem por conta da entrega cara ou demorada. Ou seja, quem entrega bem, fatura mais.
Antes de tudo, planeje campanhas com antecedência.
Além disso, estime o aumento de demanda e reforce seu estoque.
Por fim, ajuste os prazos de entrega e acompanhe os resultados de perto.
Use ferramentas para automação de pedidos, emissão de documentos fiscais, roteirização de entregas e acompanhamento da frota. Dessa forma, você evita falhas e atrasos que comprometem a experiência do cliente, além de ter mais tempo para focar no estratégico.
Soluções com Inteligência Artificial ajudam a definir rotas, prever atrasos e otimizar o tempo de entrega. Com isso, a tomada de decisão se torna mais precisa.
Um bom CRM gerencia o relacionamento com o cliente e melhora a experiência no pós-venda com dados centralizados. Além do mais, permite respostas mais rápidas e personalizadas.
Tecnologias de localização, acompanhamento de consumo de combustível e manutenção preventiva tornam a operação mais eficiente. O que consequentemente, diminui os imprevistos e custos operacionais.
A Gobrax pode te ajudar com tecnologia e inteligência de dados.
Dessa maneira, sua empresa entra no mês de agosto mais preparada.
Pela primeira vez, a Gobrax participará da Multimodal Nordeste, que acontece dos dias 05 a 07 de agosto, em Recife. Nosso objetivo é, acima de tudo, mostrar na prática como os dados se transformam em decisões mais inteligentes, estratégicas e rentáveis.
Por isso, se você atua no setor, não perca essa chance. Essa é a oportunidade ideal para conhecer de perto as soluções que integram performance operacional, economia real de diesel e, além disso, contribuem diretamente para a valorização do motorista na ponta da operação.
Com a preparação certa, o Dia dos Pais pode ser um verdadeiro divisor de águas para sua operação logística. Além disso, com o apoio da tecnologia, você transforma desafios em oportunidades e, consequentemente, garante mais vendas, menos reclamações e clientes mais satisfeitos.
Você sabe como está o consumo de diesel da sua frota? Se a sua resposta for “mais ou menos”, “depende” ou “acho que sim”, então é hora de acender um alerta.
Afinal, o diesel pode representar mais da metade do custo operacional de uma transportadora. Por isso, quando não há controle eficiente, esse valor se transforma em um vilão invisível e silencioso.
Neste conteúdo, você vai entender:
Antes de tudo, é importante saber que o diesel pode ser o maior custo de uma operação de transporte, representando mais de 50% dos gastos fixos e variáveis.
Por isso, quando a média de consumo não é acompanhada de perto, desperdícios passam despercebidos e, com o tempo, geram grandes prejuízos.
Exemplo prático:
Portanto, ao multiplicar por uma frota com 20 veículos, o impacto mensal ultrapassa 9 mil litros. Em outras palavras, ao longo de um ano, isso representa milhares de reais economizados.
Felizmente, o cálculo é simples. No entanto, a dificuldade está em manter o controle na correria do dia a dia.
Para calcular a média, siga o passo a passo:
A fórmula é:
Consumo médio = (B – A) ÷ C
Ou seja, o resultado mostra quantos quilômetros o veículo percorre por litro de combustível e quanto custa cada quilômetro rodado.
Quer descobrir quanto sua operação poderia estar economizando?
Acesse agora o Simulador de Economia da Gobrax e veja na prática
Diversos fatores do dia a dia da operação influenciam diretamente o consumo de combustível. A seguir, veja os principais:
Além disso, esses hábitos aumentam os custos com manutenção e reduzem a vida útil da frota.
Agora que você já sabe o que aumenta o consumo, veja como reduzir os gastos com medidas práticas:
1. Roteirização inteligente
Evite rotas com trânsito intenso, desvios ou estradas em más condições. Isso garante trajetos mais econômicos e seguros.
2. Manutenção em dia
Filtros, pneus e alinhamento impactam diretamente o desempenho. Portanto, mantenha tudo calibrado e revisado.
3. Postos confiáveis
Combustíveis adulterados prejudicam o rendimento e causam prejuízos. Prefira sempre locais com procedência garantida.
4. Treinamento dos motoristas
Assim como a boa manutenção, a direção eficiente reduz o consumo e prolonga a vida útil da frota. Investir em capacitação gera retorno.
5. Acompanhe com tecnologia
Com dados em tempo real, é possível identificar desperdícios e agir com rapidez.
Ou seja, mais controle = mais economia.
Com dados em tempo real, é possível identificar desperdícios e agir rapidamente. A tecnologia transforma decisões em resultados.
Na prática, a plataforma da Gobrax une painel para o gestor e aplicativo para o motorista, oferecendo:
Ademais, a Gobrax valoriza quem realmente move sua operação: o motorista.
Com engajamento e reconhecimento, sua equipe roda mais, melhor e com menos desperdício.
Em resumo, economizar diesel não é só cortar gastos. É uma decisão estratégica.
Com os dados certos, sua transportadora fortalece resultados, reduz riscos e amplia a margem de lucro.
Na dúvida sobre por onde começar a mensurar resultados?
A Gobrax está aqui para caminhar com você. Com dados, soluções práticas e visão de futuro.
Nos vemos na estrada!
O inverno chegou com força, e as baixas temperaturas impactam não só o motorista, mas também o desempenho do caminhão na estrada. Por isso, nesta época do ano, o frio exige atenção redobrada, especialmente para quem vive o dia a dia nas estradas.
Neste artigo, você vai conferir os principais cuidados para garantir segurança, eficiência e economia durante os meses gelados. Se você é gestor de frota ou caminhoneiro, vale a pena seguir cada uma dessas dicas.
Durante a noite, o metal dos componentes do caminhão se contrai devido ao frio, o que consequentemente pode gerar trincas e falhas caso o veículo seja forçado logo na saída. Por isso:
Com esse hábito simples, você evita desgastes desnecessários logo nas primeiras manobras e garante mais vida útil ao seu caminhão.
Você sabia que a combinação entre frio, umidade e pistas molhadas pode reduzir a aderência e aumentar o risco de acidentes?
Portanto, verifique a calibragem e o estado das bandas de rodagem com mais frequência. Além disso, não esqueça de inspecionar o estepe.
Em resumo, em estradas com neblina ou chuva, o bom estado dos pneus pode ser a diferença entre seguir viagem ou parar no acostamento.
Embora o clima não afete diretamente o sistema de frenagem, a visibilidade comprometida pelo tempo exige reações rápidas e eficientes.
Por esse motivo, verifique discos, pastilhas e fluído de freio com atenção. Desse modo, você garante maior controle do caminhão em situações inesperadas, principalmente em dias frios e úmidos, toda margem de segurança conta.
O frio reduz a capacidade da bateria de manter a carga. Por consequência, isso dificulta a partida, especialmente pela manhã.
Para evitar imprevistos:
Com essas ações, é possível manter a eficiência mesmo nas manhas mais geladas.
Se você já ficou sem rádio, iluminação interna ou climatizador, sabe o quanto a parte elétrica é importante. Além de tudo, a sobrecarga em dias frios é maior.
Por isso, faça revisões preventivas nos cabos e conexões. Assim você evita sobrecarga de equipamentos que exigem muito da rede elétrica em dias frios.
Para garantir o bem-estar e a segurança ao dirigir, manter a temperatura interna equilibrada evita o embaçamento dos vidros, um problema comum no inverno.
Dica: invista em climatizadores que otimizem o consumo da bateria e proporcionem uma troca de ar saudável.
No frio, o óleo precisa fluir com rapidez para lubrificar todo o motor. Caso esteja velho ou inadequado, o desgaste aumenta significativamente.
Verifique com mais frequência o nível e a qualidade do óleo e opte por produtos com selo de procedência, como os recomendados pelas montadoras.
Com o uso do ar quente, o filtro sujo pode embaçar os vidros, comprometendo a visão do motorista. Portanto, limpe ou troque o filtro sempre que identificar acúmulo de sujeira.
O vento frio entra por pequenas frestas, e o ar quente escapa com facilidade.
Por isso, para enfrentar a estrada no inverno da maneira mais confortável possível, verifique o estado das borrachas de vedação e lubrifique com produtos apropriados para evitar ressecamento.
Com o frio, as palhetas ressecam mais rápido. Como resultado, a limpeza do para-brisa fica comprometida e a segurança em risco.
Troque as palhetas a cada 3 meses ou antes, se notar falhas no funcionamento. Assim sua visibilidade se mantém clara mesmo com chuva ou neblina.
As baixas temperaturas exigem cuidado especial com o líquido de arrefecimento.
Use anticongelante e produtos de qualidade para evitar corrosão e danos ao motor.
Use produtos confiáveis e verifique sempre o nível e o estado do líquido de arrefecimento. Na dúvida, consulte sua oficina de confiança.
Enfrentar a estrada no inverno exige preparo. Desde a partida pela manhã até a chegada ao destino, cada componente do caminhão precisa estar em pleno funcionamento para enfrentar o frio com segurança.
Quer saber como a Gobrax pode te ajudar a focar no estratégico? Confira aqui como a tecnologia te ajuda a ter tempo e economizar até 8% de diesel no mês.
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Nos vemos na estrada! 👋
Fazer média no caminhão é uma das atitudes mais inteligentes que um motorista pode adotar para economizar combustível, preservar o veículo e se destacar na transportadora. Ainda que pareça simples, atingir uma boa média depende de técnica, atenção e planejamento.
Afinal, o combustível em algumas empresas pode representar até metade do custo de operação de um caminhão. Por isso, cada litro economizado faz diferença no final do mês, principalmente para quem vive na estrada. E a boa notícia é que, com pequenas mudanças nos hábitos ao volante, dá para melhorar (e muito) o rendimento do bruto.
Pensando nisso, com nosso Coordenador de Capacitação e Crescimento, a Gobrax reuniu as principais dicas de condução econômica para ajudar motoristas e gestores a rodarem com inteligência, gastando menos e ganhando mais eficiência.
Antes de mais nada, é preciso lembrar: chegar rápido não é o que define um bom motorista. Em vez disso, o que realmente mostra que o condutor tem técnica é controlar a condução, andar com inteligência e previsibilidade, preservando o veículo. Como resultado, a economia vem como consequência.
Além disso, motoristas que fazem média ganham destaque nas transportadoras. Isso porque ajudam a reduzir custos operacionais, aumentar a vida útil do caminhão e até melhorar a pontuação em programas de desempenho.
O principal motivo dos motoristas não conseguirem fazer média no caminhão é a falta de capacitação adequada.
Isso não quer dizer que o motorista não saiba dirigir. Na realidade, ele apenas não teve as informações necessárias de como dirigir de forma econômica. É aí que entra o papel do gestor de frota para capacitar e orientar o motorista.
Depois que a média aparece, o desafio é manter. Nesse momento, entra o papel motivador do gestor de frotas.
Para construir uma boa média no seu caminhão, é preciso ter técnica de condução, conhecer o caminhão que está dirigindo e as ferramentas de trabalho e tecnologia que oferece.
Em outras palavras, precisa ter o CHA (Conhecimento, Habilidade e Atitude). Ou seja: você deve buscar o Conhecimento, colocar em prática estes conhecimentos para que você tenha Habilidade, e, tendo o Conhecimento e Habilidade, cabe a você querer ter a Atitude de fazer o melhor em prol de melhores resultados.
Não exija que o motorista mude tudo da noite pro dia, mas sim que adote pequenas ações consistentes.
Agora que você já sabe por onde começar, bora colocar essas dicas em prática?
E se quiser saber mais sobre o que os líderes de logística estão falando sobre o setor, acompanhe o podcast @moveacademybr e comece hoje mesmo a transformação da sua carreia.
Você está olhando para a direção certa na hora de avaliar sua frota?
Em um mercado cada vez mais competitivo, onde a eficiência logística e a redução de custos são fatores decisivos para o sucesso das transportadoras, entender os indicadores de performance deixou de ser uma vantagem e se tornou uma necessidade estratégica para avaliar a gestão de frota.
Mas, afinal, como saber se sua frota está realmente eficiente? Será que as ações implementadas estão trazendo os resultados esperados? Ou talvez você ainda esteja perdido e sem saber por onde começar?
A resposta está na gestão contínua dos indicadores de desempenho da frota. Esses indicadores revelam gargalos, apontam oportunidades e direcionam a tomada de decisões com base em dados concretos, não em achismos.
Pensando nisso, reunimos neste artigo os principais indicadores que você precisa acompanhar para garantir uma gestão mais produtiva, aumentando a econômica e segurança da operação.
Para começar, temos um dos indicadores mais importantes e amplamente utilizados na gestão de frotas: o custo por quilômetro rodado. Esse indicador representa o valor médio gasto a cada quilômetro percorrido, permitindo avaliar com clareza se os custos da operação estão sob controle.
Ele inclui despesas como combustível, manutenção, pneus, pedágios e até depreciação do veículo. No entanto, vale destacar que esse é um indicador resultante. Ou seja, o sucesso (ou fracasso) dele depende diretamente de uma série de outros fatores.
Por exemplo: se dois caminhões percorrem rotas parecidas, mas um apresenta um custo por km 20% maior, isso pode indicar falhas na condução, problemas mecânicos ou até mesmo rotas mal planejadas.
Assim, embora seja essencial para identificar onde a frota está perdendo dinheiro, descobrir como corrigir e quais ações tomar exige complementar com outros dados, como veremos a seguir.
Além dos custos operacionais, o comportamento dos motoristas tem impacto direto na eficiência da frota.
Um condutor engajado e bem orientado contribui para a segurança, economia de combustível e aumento da vida útil dos veículos.
Por isso, é fundamental acompanhar métricas como:
Esses dados revelam o padrão de direção e ajudam a identificar pontos de melhoria.
Além disso, motoristas mais conscientes e valorizados naturalmente colaboram para o bom uso da frota, impactando diretamente os outros indicadores.
Por fim, depois de entender os custos e o comportamento dos condutores, é hora de analisar a disponibilidade dos veículos.
Afinal, caminhão parado é sinônimo de prejuízo.
Este indicador mede a porcentagem de tempo em que os veículos estão prontos para operar, ou seja, sem estarem retidos por manutenções corretivas ou preventivas.
Manter uma alta disponibilidade depende de uma combinação de fatores, como:
Além disso, ao cruzar este dado com os demais indicadores, você obtém uma visão sistêmica da performance da frota identificando causas, efeitos e pontos de intervenção com muito mais clareza.
Inclusive, se a sua empresa enfrenta dificuldade para engajar motoristas ou sente os impactos da falta de condutores qualificados no mercado, esse é um ponto de atenção que precisa ser abordado agora.
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Em resumo, monitorar os indicadores certos é o primeiro passo para transformar a gestão de frota em uma área realmente estratégica e orientada por dados.
O trio custo por km rodado, comportamento dos motoristas e disponibilidade da frota forma a base para uma operação mais eficiente, segura e rentável.
Mais do que controlar veículos, você passa a gerenciar resultados com inteligência, precisão e foco no crescimento sustentável da sua transportadora.
Conteúdo por: Wesley Batista
E se você não quer perder nenhuma atualização sobre o transporte rodoviário, acompanhe o @moveacademybr, nosso podcast!
Nos vemos na estrada! 👋
Se por um lado o setor logístico enfrenta a crise de motoristas, aumento dos custos e as exigências ambientais, por outro, se abrem oportunidades valiosas para quem souber agir com estratégia e inteligência.
Diante disso, tecnologia, ESG e inteligência surgem como pilares essenciais para superar este momento de incertezas e alcançar maior competitividade.
Muitas transportadoras ainda resistem à adoção de tecnologias por considerarem os investimentos um custo alto. No entanto, esse cenário vem mudando.
Empresas que já apostaram em Inteligência Artificial, telemetria e análise preditiva de acidentes estão colhendo os frutos: maior controle da operação, redução de falhas e otimização de rotas.
Ou seja, mais do que nunca, a tecnologia na logísatica se consolida como aliada direta do lucro e da produtividade.
Ao mesmo tempo, a transição para práticas sustentáveis deixou de ser opcional. A redução do consumo de diesel, o uso de combustíveis alternativos e a adoção de tecnologias limpas tornaram-se diferenciais competitivos reais na hora de fechar novos contratos.
Além disso, embarcadores passaram a exigir relatórios ambientais e indicadores ESG como parte das negociações. Portanto, transportadoras que se anteciparem a essa demanda terão mais chances de ocupar um espaço estratégico no mercado.
Atualmente, a média de idade dos motoristas no Brasil já ultrapassa os 47 anos, e há uma dificuldade crescente em atrair novos profissionais para a profissão.
Entre os fatores que contribuem para isso, estão as jornadas longas, a baixa valorização e a ausência de políticas de incentivo, elementos que tornam a carreira pouco atrativa.
Como resultado, as empresas estão sendo forçadas a desenvolver soluções criativas para reter talentos e evitar impactos ainda maiores na operação.
Se a sua empresa está enfrentando dificuldades com a falta de motoristas e precisa entender melhor os caminhos para superar esse problema, temos um conteúdo completo para você.
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Transportadoras que sabem apresentar dados e comprovar sua eficiência conseguem negociar melhor com os embarcadores. Relatórios sobre tempos de carga e descarga, indicadores ESG e índices de eficiência são cada vez mais valorizados.
Esse novo cenário exige profissionalismo, transparência e, principalmente, estrutura para entregar informações confiáveis e em tempo real.
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O futuro da logística no Brasil pede tecnologia, sustentabilidade e uma nova exigência por eficiência operacional. Diante disso, transportadoras e embarcadores precisam se perguntar: sua empresa está preparada para os próximos anos?
Em primeiro lugar, um dos principais pilares do futuro da logística é a tecnologia. A integração de Inteligência Artificial em rotinas operacionais tem permitido ganhos reais em previsibilidade, automação e otimização de rotas. Atualmente, as empresas percebem que a digitalização deixou de ser uma vantagem competitiva para se tornar uma necessidade básica.
Além disso, a utilização de dados em tempo real, roteirização inteligente e ferramentas de análise preditiva têm sido determinantes para reduzir erros, evitar desperdícios e melhorar a ocupação dos veículos.
Por outro lado, além da tecnologia, outra questão comentada diariamente no setor de transporte é a urgência de adotar práticas sustentáveis na cadeia de suprimentos. A implementação de combustíveis alternativos, como o biometano, e o investimento em soluções que acompanham esse gasto de forma mais eficiente já fazem parte da realidade de empresas que buscam se destacar.
Ademais, a pressão por práticas ESG não vem apenas da sociedade: os embarcadores também estão cada vez mais exigentes. Transportadoras que não apresentam dados concretos de redução de emissões ou consumo acabam ficando fora de grandes contratos logísticos.
Paralelo a isso, a combinação de diferentes modais logísticos, como rodoviário, ferroviário e cabotagem, é uma das grandes oportunidades de médio e longo prazo. A diversificação de modais é considerada essencial para aumentar a eficiência e reduzir custos logísticos em até um terço, especialmente em trajetos de longa distância.
No entanto, há gargalos que precisam de atenção imediata. Entre os principais estão a escassez de motoristas qualificados, o aumento dos custos operacionais (especialmente do diesel e manutenção) e a falta de previsibilidade na demanda. Todos esses fatores impactam diretamente a rentabilidade do transporte rodoviário.
Além disso, o envelhecimento da força de trabalho, aliado à baixa atratividade da profissão para as novas gerações, representa um risco iminente para a operação logística.
Para garantir operações mais justas e eficientes, é preciso fortalecer as parcerias estratégicas. Empresas que investem em dados, transparência e práticas sustentáveis estão conseguindo negociar melhores prazos, valores e condições operacionais.
O setor logístico está diante de grandes desafios, mas também de grandes oportunidades. A empresa que investir em tecnologia, sustentabilidade e inteligência operacional terá uma vantagem competitiva clara em 2025.
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A logística da sua transportadora perde o controle durante períodos sazonais? A falta de previsibilidade, além de preocupante, pode comprometer a operação das empresas do setor logístico, resultando em frota ociosa em períodos de baixa demanda e, por outro lado, sobrecarga nos momentos de pico. Esse cenário reforça a importância de um planejamento estratégico, garantindo mais controle sobre a operação e evitando prejuízos.
Datas comemorativas como Páscoa, Black Friday e Natal representam desafios significativos para as transportadoras que precisam lidar com aumento da demanda, prazos reduzidos e necessidade de maior agilidade operacional. Só no Natal de 2024, o e-commerce gerou mais de R$26 bilhões, de acordo com a Neotrust Confi e o E-Commerce Brasil. Sem um planejamento logístico adequado, esses fatores podem gerar impactos negativos, como custos operacionais elevados, atrasos, manutenções inesperadas e perda de eficiência.
Nos meses que antecedem datas comemorativas, as transportadoras precisam lidar com um aumento expressivo no volume de entregas. Esse crescimento exige maior capacidade de transporte e uma gestão eficiente da frota. Além disso, a necessidade de cumprir prazos reduzidos e atender às expectativas dos clientes gera uma pressão adicional sobre a operação.
Outro fator relevante é o impacto dos custos operacionais. O aumento da demanda pode elevar os preços dos fretes e do combustível, tornando ainda mais desafiadora a manutenção de margens de lucro saudáveis. A falta de um planejamento logístico estruturado pode acarretar gastos desnecessários, como viagens não otimizadas e consumo excessivo de diesel.
A tecnologia desempenha um papel fundamental para garantir eficiência operacional e previsibilidade na logística sazonal. Com o uso de análise de dados e automação, as transportadoras podem antecipar gargalos e otimizar suas operações em períodos de alta demanda.
A Gobrax desenvolveu uma solução tecnológica que auxilia transportadoras a enfrentarem desafios sazonais de forma estratégica, e é a única do mercado que foca no desempenho do motorista. A tecnologia reúne ferramentas de análise em tempo real, permitindo uma gestão mais eficiente da frota. Entre os principais benefícios, destacam-se:
Para minimizar os impactos negativos das datas comemorativas, as transportadoras podem adotar boas práticas que garantam mais previsibilidade e eficiência. O planejamento antecipado baseado em dados permite ajustar a capacidade da frota conforme a demanda, reduzindo riscos de sobrecarga ou ociosidade.
O uso de tecnologia também é um diferencial competitivo, possibilitando maior controle sobre custos, prazos e eficiência operacional. Além disso, a capacitação contínua dos motoristas contribui para uma condução mais segura e econômica, resultando em menos desperdício e maior produtividade.
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O conceito de ESG tornou-se um fator fundamental para a sustentabilidade e veio para ficar nas empresas. Originado em 2004 por meio do Pacto Global da ONU em parceria com o Banco Mundial, o ESG integra princípios ambientais, sociais e de governança corporativa nas decisões empresariais.
Além disso, o impacto desse conceito vai muito além das práticas internas das organizações. Ele influencia diretamente a relação com seus fornecedores. Dessa forma, a adoção de critérios ESG na cadeia de suprimentos não apenas melhora a reputação corporativa, mas também reduz riscos, fortalece a conformidade regulatória e promove um impacto positivo na sociedade e no meio ambiente.
De acordo com uma pesquisa realizada pelo Pacto Global da ONU em parceria com a consultoria Stilingue, nos últimos quatro anos, o número de menções à sigla ESG cresceu impressionantes 2.600% nas redes sociais. Isso demonstra uma crescente preocupação global com a sustentabilidade e a governança corporativa.
Diante desse cenário, as empresas que incorporam critérios ESG na escolha de seus fornecedores ganham vantagens competitivas, como:
Compliance e regulação: Estar em conformidade com normas ambientais e sociais evita penalidades e sanções.
Redução de riscos: Evitar associação com práticas ambientais prejudiciais, trabalhos irregulares e falta de transparência.
Valorização da marca: Consumidores e embarcadores estão cada vez mais atentos à ética e práticas sustentáveis.
Eficiência operacional: Processos sustentáveis podem reduzir custos a longo prazo e aumentar a produtividade.
Para começar, grandes embarcadores avaliam transportadoras com base nos critérios ESG. Isso inclui verificar a origem dos materiais, as condições de trabalho, a emissão de poluentes e as práticas éticas.
Além disso, manter um processo transparente de auditoria e apresentar dados concretos garante que a transportadora cumpra os padrões ESG. O uso de certificações reconhecidas, como ISO 14001 e ABNT PR2030, pode ser um diferencial competitivo.
Outra estratégia importante é incentivar fornecedores a adotarem soluções sustentáveis. Isso pode incluir o uso eficiente de recursos naturais, a redução de emissões de CO₂ e a implementação da logística reversa.
Entretanto, é fundamental evitar fornecedores que praticam o chamado “greenwashing”, ou seja, que promovem discursos sustentáveis sem respaldo real. Para isso, é essencial trabalhar com dados e indicadores confiáveis.
Por fim, criar programas de sensibilização e treinamento para fornecedores é uma excelente prática. Isso garante que eles compreendam a importância do ESG e possam implementar melhorias em seus processos.
A implementação do ESG é extremamente relevante no setor de transportes e logística. Afinal, esse setor enfrenta desafios relacionados às emissões de carbono, ao consumo de combustível e às condições de trabalho. Diante desse cenário, algumas iniciativas que podem ser adotadas incluem:
Além dessas ações, a incorporação de critérios ESG na escolha de fornecedores não é mais uma opção, mas sim uma necessidade para empresas que desejam crescer de forma sustentável e responsável. Isso porque, além de atender às demandas regulatórias e sociais, essa estratégia fortalece a reputação e cria um ambiente de negócios mais ético e eficiente.
Em outras palavras, empresas que se antecipam a essa tendência e promovem boas práticas ESG com seus fornecedores estão mais bem posicionadas para o futuro e conquistam maior valor no mercado.
Diante de tudo isso, a pergunta que fica é: sua empresa está pronta para essa transformação?
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O setor de transporte rodoviário brasileiro enfrenta um desafio crescente: a falta de motoristas de caminhão. Em Santa Catarina, a situação é alarmante, com mais de 15 mil vagas em aberto e uma diminuição significativa no número de profissionais qualificados.
Esse problema não afeta apenas as transportadoras, mas impacta diretamente a economia e a cadeia de abastecimento no Brasil. Mas por que isso está acontecendo?
1. Insegurança nas estradas
Segundo a Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística de Santa Catarina, a insegurança é um dos principais motivos para a desistência da profissão. A falta de infraestrutura adequada para descanso tornam a rotina dos caminhoneiros ainda mais desafiadora. Em Santa Catarina, por exemplo, existe apenas um ponto oficial de descanso, localizado em Palhoça, o que é insuficiente para atender à demanda do setor.
2. Condições de trabalho
Ser caminhoneiro exige estar na estrada por longos períodos, muitas vezes afastado da família. A baixa qualidade de vida e falta de bonificação adequada, somada aos riscos e às adversidades da profissão, fazem com que muitos profissionais busquem alternativas de trabalho com maior estabilidade e melhores condições.
3. Baixo interesse pela área
Atualmente, mais de 30% dos motoristas estão aposentados e fora do mercado de transporte em Santa Catarina, além disso, um estudo do IPTC revela um panorama preocupante: o número de condutores habilitados no Brasil está diminuindo desde 2015, com uma queda no número de motoristas jovens e um aumento de profissionais mais velhos (51 a 60 anos). Esse déficit compromete a capacidade operacional das empresas de transporte, que muitas vezes precisam reduzir suas atividades por falta de profissionais.
A falta de motoristas têm consequências diretas na economia, prejudicando o abastecimento e encarecendo os produtos transportados. Empresas do setor têm dificuldade em operar plenamente, impactando diversas cadeias produtivas, até chegar ao consumidor final.
Santa Catarina, conta com mais de 200 mil caminhões, mas muitas transportadoras estão impossibilitadas de operar devido à falta de motoristas. Isso afeta setores como agronegócio, indústria e comércio em geral, que dependem do transporte rodoviário para escoar sua produção.
Fonte: Balanço Geral Joinville
Para reverter esse cenário, algumas medidas podem ser adotadas:
A Gobrax é a única solução do mercado com o olhar voltado para o motorista:
Auxilia a transportadora a otimizar a gestão, acompanha de perto a rota e ajuda a transportadora a implementar a bonificação justa conforme a condução, o que motiva e aumenta a qualidade de vida da frota.
Com tecnologias avançadas, a Gobrax contribui para tornar a profissão mais atrativa, eficiente e segura.
A falta de motoristas é um problema complexo, mas pode ser reduzido com ações coordenadas entre empresas e entidades do setor. O transporte rodoviário move a economia brasileira, e ao garantir melhores condições para os caminhoneiros, profissionais essenciais para o nosso dia a dia, coloca sua transportadora no topo do mercado. Está mais do que na hora de valorizar seu motorista!
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