A Reforma Tributária inaugura um novo modelo de tributação no Brasil e inicia, a partir de 2026, um longo período de transição que vai até 2033.
Para o Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), não se trata de um ajuste pontual. Estamos falando de uma mudança estrutural na forma de calcular, controlar e gerir tributos, com impactos diretos no custo da operação, na formação do frete e na competitividade das transportadoras.
Neste artigo, reunimos os principais pontos da reforma e o que gestores e decisores do setor precisam observar desde já.
O modelo atual da Reforma Tributária, baseado em tributos como PIS, COFINS, ICMS e ISS, será gradualmente substituído por um sistema conhecido como IVA Dual, composto por dois impostos:
A proposta busca simplificar a estrutura tributária, reduzir distorções históricas e aumentar a transparência, especialmente em setores que operam em múltiplos estados, como o TRC.
Na prática, o IVA Dual traz três mudanças importantes:
Durante o período de transição, os dois sistemas vão conviver. Isso aumenta a complexidade operacional e exige atenção redobrada das empresas para evitar erros, perdas de crédito e aumento de custo efetivo.
Um dos pilares da Reforma Tributária é a não cumulatividade plena. Isso permite que transportadoras se creditem dos tributos pagos sobre diversos insumos essenciais da operação, como:
Para empresas com boa estrutura de controle, isso pode representar ganho de eficiência e melhor previsibilidade financeira.
Por outro lado, o novo modelo exige processos bem definidos, sistemas preparados e controle detalhado das operações. Sem isso, o risco é perder créditos, elevar o custo efetivo e comprometer a competitividade.
A alíquota de referência do IVA Dual ainda será definida, mas as estimativas atuais apontam algo entre 26,5% e 28%.
Na prática:
Outro ponto relevante é o aumento da transparência. Embarcadores terão mais clareza sobre a carga tributária embutida no serviço, o que muda a dinâmica das negociações.
A Confederação Nacional dos Transportes (CNT) reconhece que a reforma é necessária para melhorar o ambiente de negócios, aumentar a segurança jurídica e estimular o crescimento econômico. Ao mesmo tempo, a entidade reforça a importância de uma reforma que seja:
Uma das principais preocupações está na tributação de insumos essenciais, como combustível, energia e mão de obra. Dependendo da forma de aplicação das alíquotas e do aproveitamento dos créditos, o efeito pode ser contrário ao desejado, impactando diretamente o custo do frete e o chamado custo Brasil.
Embora a transição se inicie em 2026, o momento de se preparar é agora. Com mais rigor na apuração de créditos, maior transparência e novos modelos de cobrança, transportadoras que dominam seus dados operacionais e financeiros saem na frente.
É nesse contexto que a tecnologia deixa de ser apenas registro e passa a ser apoio real à decisão.
A Gobrax atua ao lado de transportadoras de todo o Mercosul ajudando a transformar dados operacionais em decisões mais seguras, inclusive em cenários de mudança estrutural como a Reforma Tributária.
Quem entende sua operação com profundidade, enfrenta mudanças com mais previsibilidade.
O transporte rodoviário de cargas chega a 2026 mais maduro e profissional. Ao longo dos últimos anos, o setor passou por mudanças importantes, que exigiram adaptação constante das operações. Agora, esse movimento se traduz em um novo momento: menos improviso e mais estratégia.
Nesse contexto, o cenário que se desenha não é de incerteza, mas de exigência operacional. As transportadoras que avançam são aquelas que transformaram experiência em método, dados em decisões e tecnologia em aliada do dia a dia.
As projeções para 2026 indicam continuidade na demanda por transporte rodoviário, com crescimento equilibrado. Por isso, o mercado passa a valorizar cada vez mais consistência, previsibilidade e confiança.
Na prática, as operações precisam lidar com:
Dessa forma, crescer deixa de ser apenas uma questão de volume. Ou seja, rodar melhor, com mais acompanhamento e menos desperdício, passa a ser o principal caminho para ampliar resultados.
Se antes a tecnologia era vista como diferencial, em 2026 ela se consolida como base da gestão. Com isso, ferramentas de acompanhamento, análise de dados, roteirização e previsibilidade deixam de ser apoio e passam a orientar decisões diárias.
As transportadoras mais preparadas já entenderam que:
Portanto, a diferença competitiva não está em ter dados, mas em transformá-los em ação rápida, especialmente quando falamos de eficiência e segurança.
Ao mesmo tempo, cresce a clareza sobre a relação entre segurança, comportamento ao volante e resultado operacional.
Operações mais seguras:
Mais do que controlar excessos, o foco está na qualidade da condução. Assim, aceleração, frenagem, embalo e uso correto do veículo passam a ser indicadores centrais.
Consequentemente, performance deixa de ser apenas média de consumo e passa a representar comportamento consistente ao longo do tempo.
A sustentabilidade, por sua vez, já faz parte da rotina do TRC. Por isso, em 2026 ela segue diretamente conectada à eficiência operacional.
Rotas bem planejadas, condução eficiente e menor consumo resultam em:
Ou seja, eficiência e sustentabilidade caminham juntas, gerando impacto tanto nos custos quanto na imagem da empresa.
Além disso, o transporte rodoviário brasileiro segue em transformação. À medida que novos investimentos e concessões avançam, cresce a necessidade de planejamento mais detalhado.
Nesse cenário, o gestor precisa:
Assim, quem acompanha esse movimento de perto ganha previsibilidade e reduz riscos.
Por outro lado, a escassez de motoristas qualificados permanece. Diante disso, muitas empresas direcionam esforços para retenção, capacitação e reconhecimento por condução segura.
Mais do que ampliar equipes, o foco passa a ser extrair mais valor da frota existente, criando ambientes mais organizados e previsíveis.
Ao observar esse conjunto de fatores, fica claro que as transportadoras mais preparadas compartilham alguns pontos:
Portanto, não se trata de adotar todas as soluções do mercado, mas de escolher as mais adequadas à realidade da operação.
Por fim, 2026 se apresenta como um ano de clareza. Clareza sobre custos, impactos operacionais e papel da tecnologia na gestão do transporte rodoviário.
O futuro do TRC segue em movimento, e será construído por quem age com método, consistência e precisão.
O mês de dezembro muda completamente a dinâmica do Brasil. Com o aumento do consumo no Natal, o comércio aquece, as ruas ficam mais cheias, o trânsito mais lento e, consequentemente, a pressão sobre a logística cresce de forma significativa.
Para o transporte rodoviário, esse período não representa apenas mais entregas, mas sim um dos momentos mais críticos do ano para a operação.
Por isso, entender como o Natal impacta o varejo e, principalmente, o transporte rodoviário de cargas, é essencial para gestores que querem sair do modo reativo e começar a operar de forma estratégica.
O processo de compra começa muito antes da sacola sair da loja.
Durante o Natal, a jornada do consumidor se intensifica e, ao mesmo tempo, leva junto toda a cadeia logística.
Desde os insumos usados na fabricação dos produtos, passando pelo abastecimento dos centros de distribuição, até a entrega final no ponto de venda, o transporte rodoviário está presente em todas as etapas do caminho.
Ou seja, é ele que garante que o produto seja fabricado, chegue à prateleira no momento certo e, depois, às mãos do consumidor final. Quando essa engrenagem sofre qualquer atraso, o impacto aparece rapidamente em toda a cadeia.
As festas de fim de ano formam o período mais crítico para operações de transporte, especialmente no varejo supermercadista. Isso acontece porque, em dezembro, as ruas do Brasil mudam completamente. Nesse período:
Com lojas reforçando estoques para o Natal e o Réveillon, qualquer atraso vira um efeito dominó que impacta diretamente o transporte rodoviário no Natal.
Esse cenário se torna ainda mais desafiador quando observamos o volume de consumo. As vendas de Natal em 2025 devem movimentar R$ 84,9 bilhões, com mais de 124 milhões de consumidores indo às compras em todo o país.
Além do aumento no consumo, o trânsito nas rodovias também muda drasticamente no fim de ano.
As projeções nacionais indicam que:
Esse somatório cria o cenário perfeito para um desafio comum aos gestores de frota: a perda de previsibilidade. É nesse momento que os dados se tornam mais importantes do que a rotina operacional permite enxergar.
Quando o volume aumenta e a previsibilidade cai, decisões baseadas apenas na experiência deixam de ser suficientes. Dezembro escancara problemas que muitas vezes ficam escondidos ao longo do ano.
Alguns pontos críticos se tornam evidentes:
Sem indicadores confiáveis, o gestor apenas reage aos problemas, em vez de antecipá-los.
Com trânsito mais lento, paradas constantes e marchas baixas, o consumo dispara. Transportadoras que dependem apenas do preço do diesel para manter margem sentem o impacto imediatamente.
Baixa velocidade somada ao tráfego intenso acelera o desgaste e aumenta custos de manutenção.
Dirigir em dezembro é diferente. Há mais estímulos, mais riscos e mais cansaço. Acompanhar performance ajuda a proteger tanto o motorista quanto a operação.
Rotas menos previsíveis, horas extras mais frequentes, última milha mais cara e estoques que não podem falhar. É nesse cenário que a gestão estratégica realmente se prova.
O aumento de consumo do final de ano não impacta apenas o varejo.
Ele impacta diretamente quem mantém o varejo de pé: o transporte rodoviário de cargas.
Enquanto consumidores correm para garantir seus presentes, gestores mais preparados correm atrás de dados, previsibilidade e controle operacional.
Centralizar informações da frota, acompanhar indicadores em tempo real e transformar dados em decisões estratégicas deixou de ser diferencial. Hoje, é necessidade.
Cada vez mais transportadoras estão adotando soluções que permitem enxergar a operação como um todo, reduzir desperdícios e melhorar a performance dos motoristas, especialmente em períodos críticos como o Natal.
A Gobrax já apoia mais de 2.500 transportadoras em todo o Mercosul, ajudando gestores a transformar a rotina operacional em uma gestão baseada em dados, performance e previsibilidade.
Dezembro é o mês que mais testa a eficiência logística no Brasil.
Quem opera apenas apagando incêndios sente o impacto. Quem usa dados, planejamento e tecnologia consegue atravessar esse período com mais controle e melhores resultados.
Entender o papel do transporte rodoviário no Natal é o primeiro passo para começar o próximo ano com uma operação mais estratégica, eficiente e sustentável.
Se você quer começar 2026 com outro olhar para sua frota, o momento de se preparar é agora.
Ter uma frota própria é uma decisão de grande impacto para qualquer empresa que depende do transporte de cargas. Mais do que comprar caminhões, trata-se de definir o rumo da operação logística e o nível de controle que a empresa quer ter sobre o seu processo. Essa escolha pode significar mais eficiência e previsibilidade, mas também envolve investimento, estrutura e uma gestão de alto nível.
Neste artigo, você vai entender quando a frota própria é vantajosa, quais são os desafios desse modelo e como empresas têm equilibrado transporte interno e terceirizado para alcançar o máximo de eficiência operacional.
Ter uma frota própria significa que a empresa assume diretamente o transporte de suas cargas, com veículos e motoristas sob seu controle. Essa estrutura é mais comum em indústrias, empresas agropecuárias, frigoríficas e do setor alimentício, por exemplo, alguns parceiros Gobrax, como: Madero, Avenorte e Sítio da Serra, que tem a logística centralizada.
A principal motivação para investir em uma frota interna é o desejo de autonomia. Com controle total sobre o transporte, a empresa consegue planejar rotas, manter padrões de qualidade e reagir com rapidez a mudanças de demanda.
Adotar uma frota própria oferece diversos benefícios estratégicos. O primeiro é o controle total da operação. A empresa define as rotas, horários e políticas de manutenção, reduzindo gargalos e aumentando a confiabilidade das entregas.
Outro ponto positivo é a padronização. Em setores sensíveis como o de alimentos ou combustíveis, manter padrões operacionais é essencial para garantir segurança e qualidade.
Há também o fator agilidade: com veículos à disposição, a empresa pode reagir rapidamente a imprevistos, ajustando rotas ou volumes sem depender da disponibilidade de terceiros.
Além disso, a frota própria pode gerar economia a longo prazo. Embora o investimento inicial seja alto, a eliminação de margens de intermediação e o melhor aproveitamento dos veículos trazem retorno financeiro com o tempo.
Por fim, há um benefício de branding. Caminhões padronizados com a marca da empresa reforçam a imagem de confiabilidade e profissionalismo, além de aumentarem a visibilidade da marca nas estradas.
Por outro lado, manter uma frota própria não é tarefa simples. O primeiro desafio é o alto investimento inicial. Comprar veículos, montar estrutura, contratar motoristas e implantar sistemas de gestão exige capital considerável.
Depois, vêm os custos recorrentes, como combustível, manutenção, pneus, licenciamento e seguros, que se tornam despesas fixas mensais.
Outro ponto é a necessidade de estrutura física e equipe dedicada. É preciso contar com garagem, espaço para manutenção e profissionais especializados em gestão e operação.
Por fim, a gestão se torna mais complexa. O controle de desempenho passa a ser totalmente interno, exigindo processos claros e tecnologia adequada para evitar ineficiências e perdas financeiras.
Nem toda empresa precisa internalizar o TRC. Mas em casos com alto volume, previsibilidade e criticidade, pode ser o caminho natural da maturidade logística.
Sinais de que vale a pena considerar:
Há muitos casos em que terceirizar o transporte é a escolha mais inteligente, principalmente para empresas pequenas e médias ou para operações com rotas variáveis e volumes sazonais.
Nessas situações, uma frota própria pode gerar custos desnecessários com veículos ociosos. Já a terceirização oferece flexibilidade e escala, aproveitando a estrutura e a experiência de transportadoras especializadas.
O modelo híbrido, em que parte da frota é própria e parte terceirizada, tem se tornado o mais comum, pois combina controle operacional com eficiência financeira.
Empresas que já possuem frota própria tendem a ser mais exigentes com os parceiros logísticos. Por isso, transportadoras que buscam atender esse tipo de cliente devem adotar padrões elevados de gestão.
Algumas boas práticas incluem:
A tecnologia é o que transforma operações rodoviárias em transporte inteligente.
Com sistemas modernos de tecnologia e instrução de motoristas, é possível não apenas reduzir o consumo de combustível, mas também acompanhar hábitos de direção, planejar manutenções preventivas e, consequentemente, garantir mais segurança nas estradas.
Além disso, a digitalização dos processos traz mais previsibilidade e agilidade para as decisões do gestor. Assim, as informações deixam de ser apenas números e se transformam em inteligência aplicada à operação.
Por outro lado, empresas que ainda não utilizam ferramentas tecnológicas acabam enfrentando desperdícios, atrasos e falta de controle sobre os custos. Portanto, investir em tecnologia não é mais um diferencial, é uma necessidade para quem busca eficiência real no transporte rodoviário.
Conheça a Gobrax e veja como a inteligência de dados pode tornar sua operação mais eficiente, segura e rentável.
O futuro do Transporte Rodoviário é sempre uma caixa de surpresas. Além disso, o setor é responsável por movimentar a maior parte dos produtos no Brasil, o que traz pressões externas constantes: tarifas internacionais, mudanças energéticas, custos crescentes e, sobretudo, a falta de mão de obra qualificada.
No entanto, se antes a estratégia era “esperar a maré melhorar”, hoje essa postura representa risco. A estabilidade é exceção, não regra. Por isso, quem não age preventivamente fica vulnerável.
Assim, o caminho passa pela tecnologia e, o destaque fica para quem principalmente começa a enxergar o motorista como protagonista da operação.
O mercado internacional trouxe um exemplo claro de como fatores externos podem mudar o jogo de forma imediata. Nesse sentido, três pontos recentes ilustram bem essa instabilidade:
Desde agosto de 2025, a alta das tarifas de importação reduziu a demanda de fretes. De acordo com a NTC&Logística, 82% das transportadoras registraram queda.
Ao mesmo tempo, enquanto uma parcela relata aumento nas tarifas, a outra metade registra queda, reforçando a imprevisibilidade nos valores.
A mistura passou de 14% para 15%, gerando aumento médio de 7% em custos de manutenção por veículo e riscos técnicos como oxidação e entupimento.
As próprias empresas do setor já falam em cenários de insegurança econômica, risco de recessão e necessidade de ajustes operacionais. Além disso, cresce a busca por novos mercados fora dos EUA, o que demonstra uma tentativa de diversificação que, por sua vez, exige mais estratégia logística e maior capacidade de adaptação.
Mais grave do que tarifas e combustíveis é o desafio humano. De acordo com dados da Senatran, mais de 500 mil motoristas ativos no Brasil têm mais de 71 anos. Entretanto, a renovação da categoria não acompanha as aposentadorias, o que gera um gargalo que ameaça a sustentabilidade do setor.
Além disso, esse problema não é exclusivo do Brasil: países como Alemanha, Reino Unido e México enfrentam a mesma escassez.
Nos Estados Unidos, por exemplo, empresas oferecem salários acima de US$ 2.500 por semana, ainda assim, não conseguem preencher suas frotas.
Não basta aumentar salários. Pesquisas apontam que as novas gerações priorizam liberdade, flexibilidade e qualidade de vida. Para 75% dos nascidos a partir da geração Y, a sensação de liberdade pesa mais que a remuneração.
Isso significa que o setor precisa repensar sua forma de atrair e engajar motoristas. Jornadas mais humanas, valorização do bem-estar e uso de tecnologia de suporte se tornam diferenciais para conquistar talentos.
O futuro do transporte rodoviário de cargas passa por três pilares que se conectam de forma estratégica:
Como destacou Ronaldo Lemes, Diretor Executivo da Gobrax:
“As transportadoras precisam enxergar o motorista como peça central do negócio. Investir na qualificação, no bem-estar e na tecnologia aplicada ao motorista é fundamental para tornar essa profissão novamente atrativa.”
Para discutir esses desafios e oportunidades, a Gobrax estará presente no Logística do Futuro 2025, em São Paulo.
No dia 2, às 12h30, vamos palestrar sobre “Gestão de frota e de motoristas em novo patamar de eficiência e segurança”, mostrando na prática como tecnologia e protagonismo do motorista podem transformar resultados. Um espaço de troca e aprendizado sobre como tecnologia, gestão e pessoas estão moldando o amanhã do transporte.
Nos encontramos lá?
A inovação e tecnologia no transporte deixaram de ser tendência e passaram a ser realidade no setor de logística. Hoje, transportadoras de todos os portes enfrentam o mesmo desafio: aumentar eficiência, reduzir custos e melhorar a experiência do cliente em um cenário altamente competitivo. Nesse contexto, a inteligência artificial (IA) se consolida como uma das principais alavancas de crescimento e inovação.
Por muito tempo, a discussão sobre tecnologia no transporte parecia restrita a conceitos distantes da operação. Entretanto, os avanços mais recentes mostram que a IA já está integrada a processos práticos e de alto impacto.
Entre as aplicações mais comuns estão:
Consequentemente, essas soluções permitem que equipes comerciais e operacionais gastem menos tempo com atividades burocráticas e tenham mais espaço para a tomada de decisão estratégica.
Apesar dos benefícios, implementar tecnologia não é apenas uma questão de investimento em softwares. Pelo contrário: o primeiro passo é mapear os gargalos operacionais. Muitas vezes, os maiores ganhos vêm de tarefas simples, como a digitação de dados em planilhas, o envio de mensagens manuais ou a triagem de documentos.
Portanto, a recomendação é começar pelas atividades de baixo valor agregado, mas que consomem muito tempo. Ao substituí-las por soluções automatizadas, a empresa libera sua equipe para focar no que realmente importa: relacionamento com clientes, eficiência operacional e crescimento sustentável.
Outro ponto crucial para que a IA funcione é a qualidade dos dados. Planilhas desorganizadas e cadastros incompletos dificultam a aplicação de qualquer ferramenta inteligente. Por isso, é essencial:
Sem essa base, o uso da inteligência artificial perde efetividade e pode até gerar resultados distorcidos.
Muitas transportadoras acreditam que aplicar inovação e tecnologia no dia a dia exige grandes investimentos. No entanto, a realidade mostra o contrário: hoje existem ferramentas acessíveis que já oferecem enorme potencial de transformação.
Entre elas estão:
Um ponto essencial é que nenhuma tecnologia funciona sozinha. É o trabalho humano que dá sentido às ferramentas, transformando recursos digitais em resultados concretos.
A cultura da empresa é determinante: quando as equipes percebem que a tecnologia está ali para facilitar seu dia a dia, e não para substituir pessoas, a adesão cresce naturalmente. Nesse cenário, a inovação não apenas potencializa o desempenho, mas também fortalece o engajamento interno.
Para incentivar essa transformação cultural, algumas estratégias eficazes incluem:
Dessa forma, a tecnologia deixa de ser um recurso isolado e passa a ser parte do DNA da operação.
O setor de transporte vive uma oportunidade única: utilizar a inteligência artificial para transformar processos, reduzir custos e melhorar a relação com clientes. Mais do que uma tendência, trata-se de um caminho sem volta.
Por fim, é importante lembrar: quem começar pequeno, com clareza e consistência, terá condições de colher grandes resultados no futuro. Afinal, a inovação e tecnologia no transporte não são apenas sobre máquinas e softwares: são sobre pessoas, cultura organizacional e crescimento sustentável.
Na visão do embarcador, o valor do frete não é o único critério decisivo. Cada vez mais, aspectos como o papel do motorista, os indicadores de desempenho (KPIs), os processos de gestão, a sustentabilidade e, principalmente, os resultados consistentes oferecidos pela transportadora são fatores determinantes na escolha.
Na visão do embarcador, os KPIs funcionam como um painel de controle. Assim, eles oferecem visibilidade sobre a operação e garantem que o transporte de cargas aconteça com previsibilidade, qualidade e custo adequado.
OTIF (On Time In Full): mede se a entrega foi realizada completa e dentro do prazo;
Tempo de ciclo: acompanha o tempo do pedido até a entrega final;
Custo por entrega: avalia a eficiência financeira da operação;
Taxa de avarias ou extravios: indica a segurança no transporte;
Nível de serviço das transportadoras: analisa pontualidade, comunicação e cumprimento de SLA;
Taxa de devoluções: comum em e-commerces, mostra falhas que podem elevar custos.
Esses indicadores não são apenas números. Pelo contrário, eles refletem diretamente a qualidade do serviço oferecido pela transportadora. E, em última instância, quem garante que cada indicador seja atingido é o motorista, que executa cada etapa da operação com responsabilidade, segurança e precisão.
A visão do embarcador vai além de preço. Hoje, eles buscam transportadoras capazes de oferecer gestão sólida, transparência e uso de tecnologia.
O recado é claro:
Por isso, a profissionalização da gestão é cada vez mais exigida. Transportadoras que ainda operam de forma manual ou “old school” ficam para trás diante das que já adotaram tecnologias de acompanhamento, análise de dados e programas de desenvolvimento profissional.
O motorista no transporte rodoviário é quem conecta tudo isso à realidade. Ele é responsável por:
Ou seja, quando o motorista é valorizado, toda a cadeia se beneficia. Transportadoras atingem melhores indicadores, embarcadores ganham previsibilidade e clientes finais recebem mais qualidade.
Valorizar o motorista não é apenas uma questão de gestão interna. Além disso, é também uma forma de impactar positivamente a sociedade:
Existem diferentes formas de valorizar o motorista e transformar essa valorização em resultados:
Portanto, essa valorização não apenas melhora o desempenho operacional, mas também consolida a relação entre transportadoras e embarcadores.
Em setembro, a Gobrax estará presente nos dois principais encontros do setor no RS: Semana Farroupilha e TranspoSul. Ambos trazem à tona um mesmo questionamento: como o motorista pode ser protagonista na transformação logística?
A resposta está em unir tecnologia, indicadores e gestão de pessoas. Logo, alinhar a visão estratégica dos embarcadores com a valorização diária do profissional que faz a operação acontecer é o que gera resultados consistentes.
A Gobrax é a única tecnologia do mercado focada 100% no comportamento do motorista. Assim, ajudamos transportadoras e embarcadores a transformarem dados em decisões práticas que impactam diretamente em:
Com presença em todo o Mercosul e mais de 10 anos de experiência, a Gobrax reforça sua missão: valorizar o motorista é valorizar toda a cadeia logística.
Quer saber como transformar seus motoristas em protagonistas da operação? Entre em contato com a Gobrax.
A chuva é um dos maiores desafios para quem depende da estrada. Reduz a visibilidade nas rodovias, aumenta o risco de acidentes e pode comprometer toda a operação logística. Para motoristas e empresas de transporte, dirigir em dias de chuva exige atenção redobrada, planejamento e medidas preventivas.
No Brasil, e especialmente no Rio Grande do Sul, onde a malha rodoviária é essencial para o escoamento da produção e para a mobilidade, o tema ganha ainda mais importância.
Condições climáticas adversas interferem diretamente na segurança do trânsito. Entre os principais riscos estão:
Ou seja, mesmo motoristas experientes ficam mais expostos a situações de perigo quando enfrentam pista molhada.
A regra de ouro é clara: quanto maior a velocidade, maior o risco de perda de controle e mais longo o tempo de frenagem. Portanto, principalmente em pista molhada, o ideal é dirigir abaixo do limite da via e manter espaço seguro do veículo à frente.
Além da condução cautelosa, a manutenção do veículo é essencial.
Assim, pequenos cuidados antes de sair de viagem podem fazer grande diferença na segurança.
Nunca avance sem avaliar a profundidade de áreas alagadas. Buracos e desníveis podem estar encobertos. Em chuvas fortes, a recomendação é parar em um local seguro, como postos de combustíveis ou pontos de apoio de concessionárias.
A aquaplanagem é um risco real. Para reduzir suas chances:
Em resumo, a prevenção é o melhor aliado do motorista contra imprevistos.
O modal rodoviário responde por mais de 60% da carga movimentada no Brasil. Por isso, a chuva afeta diretamente a logística: causa atrasos, exige alterações de rotas e coloca a segurança como prioridade.
No Rio Grande do Sul, essa realidade é ainda mais evidente. O estado conta com cerca de 17,5 mil km de rodovias, sendo 14 mil km pavimentados e apenas 640 km duplicados. As rodovias BR-116, BR-101, BR-386 e BR-290 são vitais para o escoamento agrícola e industrial, além de conectarem o estado ao Mercosul.
No entanto, a Pesquisa CNT de Rodovias (2023) mostra que 45,8% das estradas gaúchas foram classificadas como regulares e 26,4% como ruins ou péssimas. Isso significa que, em períodos de chuva, a infraestrutura deficiente aumenta ainda mais os riscos.
Em junho de 2025, por exemplo, mais de 20 rodovias do RS registraram bloqueios parciais ou totais devido a temporais. Ao mesmo tempo, os esforços de recuperação mostraram como a malha rodoviária é essencial para o estado.
De 23 a 26 de setembro, Porto Alegre recebe a 24ª TranspoSul, feira de transporte e logística. O evento terá como destaque tecnologias como Inteligência Artificial, IoT e blockchain, aplicadas à segurança e eficiência.
Além disso, a feira será uma oportunidade para que empresas conheçam casos reais e ampliem o contato com soluções que já estão transformando o setor.
A Semana Farroupilha é um dos eventos culturais mais tradicionais do estado. Por outro lado, não se trata apenas de uma celebração: é também um momento de reforçar vínculos com a comunidade.
Assim, a presença da Gobrax no Rio Grande do Sul durante esse período reforça a proximidade com empresas, motoristas e comunidades locais, mostrando que segurança está ligada não apenas à tecnologia, mas também à cultura e às pessoas.
Chuva nas estrada exige atenção e preparo. Medidas simples, como reduzir a velocidade, manter revisões em dia e evitar áreas de risco, podem salvar vidas e proteger cargas.
No Rio Grande do Sul, onde o sistema rodoviário é vital para a economia, as chuvas recentes reforçam a necessidade de priorizar a segurança.
Fique de olho nas redes sociais da Gobrax para acompanhar a presença nesses eventos.
Nos vemos pela estrada!
Pesquisa revela que profissionais buscam capacitação, mas não estão recebendo apoio necessário das empresas. Veja como isso afeta o transporte rodoviário.
Primeiramente, é importante entender que o setor de transporte e logística vive um momento de transformação. Tecnologias avançadas, novas exigências de clientes e mudanças regulatórias estão moldando um cenário mais competitivo. No entanto, o que garante vantagem de longo prazo não é apenas a tecnologia: o capital humano é o motor real da produtividade e da segurança.
Uma pesquisa realizada pela Mundo Logística entre maio e junho de 2025, revelou um dado importante: embora 55% dos profissionais de logística tenham participado de algum curso nos últimos seis meses, 58% afirmam que suas empresas não investem em capacitação corporativa. Ou seja, o interesse pelo crescimento está presente, mas o suporte corporativo, muitas vezes, não acompanha o mesmo ritmo.
Nesse contexto, quando falamos de qualificação, existe uma verdadeira chuva de oportunidades para empresas que investem no desenvolvimento de pessoas. Aquelas que aproveitam essa tempestade positiva, saem na frente no comércio logístico.
Em primeiro lugar, os números mostram que a capacitação vem mais do esforço individual. A maioria busca cursos por conta própria, seja pagando do próprio bolso ou recorrendo a opções gratuitas.
Além disso, a pesquisa confirma que o conteúdo é rei: para 77% dos entrevistados, a qualidade do conteúdo é o principal fator ao escolher um curso. O preço (4%) e o nome do professor (19%) ficam bem atrás.
Outro dado relevante é a alta movimentação de carreira. Por exemplo, 37% mudaram de emprego no último ano, o que indica que, sem oportunidades internas, os profissionais procuram evolução em outros lugares.
Em contrapartida, as promoções são raras: 23% não são promovidos há mais de cinco anos, reflexo da falta de programas estruturados de progressão.
Ainda mais, 85% veem espaço para crescimento no mercado, mas 65% acreditam que isso só será possível com qualificação adequada.
Por fim, a pesquisa aponta que empresas precisam combinar capacitação técnica com habilidades humanas, como adaptabilidade, inovação, integridade e visão estratégica.
De acordo com Paulo Oliveira, idealizador da pesquisa:
“Os profissionais querem cada vez mais serem donos de suas carreiras, buscando empresas que ajudem nesse desenvolvimento. Em um cenário de escassez de talentos, investir em gente é diferencial competitivo.”
Da mesma forma, Luciano de Paula, CEO da Mapa HDS, reforça:
“A falta de investimento em capacitação compromete a fidelização e a competitividade. Desenvolver competências técnicas e interpessoais é essencial para que empresas estejam prontas para os desafios do futuro.”
Portanto, em um mercado onde a digitalização, a inteligência artificial e as novas demandas são cada vez mais rápidas, ter equipes preparadas deixou de ser um “plus” para se tornar questão de sobrevivência.
Empresas que não oferecem treinamento e incentivo acabam enfrentando altos índices de turnover, baixa adesão a novas tecnologias e falhas operacionais que poderiam ser evitadas.
Recentemente, a Gobrax realizou uma pesquisa com motoristas de diferentes tamanhos de transportadoras e encontrou um dado revelador: apenas 2% se consideram tradicionais e preferem manter a mesma rotina. Por outro lado, a imensa maioria busca capacitação, modernidade, gosta de sugerir melhorias e valoriza o incentivo por parte da empresa.
Esse dado reforça que existe um grande potencial de evolução no transporte rodoviário, e que cabe às empresas criar o ambiente, as ferramentas e o suporte para que isso aconteça, seja em operações logísticas, corporativas ou de comércio.
Dessa forma, é possível não apenas otimizar resultados, mas também construir equipes mais preparadas, engajadas e alinhadas às metas da operação.
Em resumo, o cenário deixa claro: os profissionais de logística estão dispostos a investir no próprio crescimento, mas dependem de empresas visionárias para transformar esse potencial em resultados concretos. Investir nesses profissionais que buscam capacitação não é apenas uma ação de responsabilidade corporativa, é uma estratégia que impulsiona segurança e produtividade no transporte rodoviário.
Nos vemos na estrada!
A ociosidade da frota é um dos custos mais perigosos para transportadoras em crescimento. Muitas vezes, acontece quando o dono acredita que está investindo no futuro da operação ao adquirir mais veículos. No entanto, quando essa expansão acontece antes da estruturação de uma inteligência operacional eficiente, o resultado pode ser o oposto: prejuízo, desperdício e baixa produtividade.
Mas a ociosidade da frota não se resume a só caminhões literalmente parados no pátio. Ela também se manifesta em veículos que realizam poucas viagens em relação ao seu potencial ou permanecem fora de operação por questões mecânicas, burocráticas ou de planejamento.
Esse tempo improdutivo gera custos com IPVA, manutenção, seguros e mão de obra, mesmo sem retorno financeiro. Por isso, combater a ociosidade da frota é essencial para aumentar os lucros e garantir a competitividade da empresa.
Antes de qualquer ação corretiva, é necessário mensurar o problema. Acompanhar os indicadores certos é o primeiro passo para tomar decisões estratégicas e não apenas operacionais.
Nesse sentido, algumas métricas fundamentais incluem:
Essas informações revelam gargalos ocultos, muitas vezes ignorados na correria da rotina. Portanto, observar esses indicadores com frequência evita que a ociosidade se transforme em prejuízo acumulado.
Os efeitos negativos da ociosidade da frota são diversos e, muitas vezes, se retroalimentam. Quando um caminhão fica parado, o impacto vai além da ausência de receita. Entre os principais problemas, estão:
Além disso, há o fator ambiental: caminhões rodando vazios ou com baixa carga aumentam a emissão de poluentes desnecessários — algo cada vez mais relevante no setor de transportes.
A ociosidade não é fruto do acaso. Em geral, ela está ligada a problemas estruturais que podem e devem ser corrigidos com planejamento e processos mais inteligentes. Veja abaixo as causas mais frequentes:
Dessa forma, entender a origem da ociosidade é essencial para aplicar as soluções corretas.
Agora que já falamos sobre os impactos e as causas, é hora de agir. A seguir, veja práticas que realmente funcionam para reverter esse cenário:
Avalie se o número de caminhões é compatível com a demanda atual. Caso haja excesso de veículos, considere vender ou terceirizar parte da frota. Assim, você reduz custos fixos e aumenta o índice de utilização dos ativos restantes.
Não espere o caminhão quebrar para agir. Um calendário de manutenção bem estruturado evita paradas inesperadas, aumenta a vida útil do veículo e reduz despesas com socorro emergencial. Além disso, garante mais previsibilidade nas entregas.
Com o apoio de tecnologias de roteirização, é possível traçar trajetos mais eficientes, evitar congestionamentos, reduzir o tempo de viagem e aproveitar melhor o caminho de volta com cargas complementares. Com isso, cada viagem passa a ter maior aproveitamento logístico.
Utilizar sistemas de telemetria ajuda a entender como os condutores estão operando os veículos. Direção agressiva, consumo elevado de combustível e frenagens bruscas indicam mau uso e podem antecipar falhas mecânicas e paradas futuras.
Motoristas bem treinados, alinhados com a estratégia da transportadora, preservam os veículos, respeitam prazos e evitam atrasos. Além disso, a equipe administrativa precisa estar preparada para tomar decisões com base em dados e não por achismo.
A tecnologia da Gobrax é a única do mercado que coloca o motorista no centro da operação, o que significa a retenção dos melhores condutores, e dos que buscam melhoria contínua para atingir o melhor desempenho na estrada. Com premiação e reconhecimento,
Como resultado, há uma redução significativa na manutenção excessiva e no desperdício de diesel. Além disso, a plataforma apoia gestores que buscam eficiência operacional e a diminuição de prejuízos invisíveis. Com isso, a gestão passa a contar com uma operação mais produtiva e estratégica.
Com a Gobrax, a empresa pode:
Em outras palavras, a tecnologia se torna uma aliada do gestor, que passa a ter controle e previsibilidade para reduzir custos, aumentar a produtividade e melhorar o desempenho da operação como um todo.
A ociosidade da frota é mais do que um problema de logística: é uma falha estratégica que afeta diretamente os lucros, a competitividade e o futuro da transportadora. Ao identificar as causas, acompanhar os indicadores certos e adotar soluções baseadas em dados, o gestor consegue transformar veículos parados em ativos produtivos.
Se a sua operação tem caminhões ociosos, a hora de agir é agora. Com a Gobrax ao seu lado, você ganha visão, controle e resultados concretos.
Acompanhe o podcast @moveacademybr e comece hoje mesmo a transformação da sua condução.
Nos vemos na estrada!