“Será que em 2026 vai dar pra respirar um pouco mais?” Com uma DRE para transportadoras, o resultado aparece, e com clareza.
No Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), a resposta não depende da sorte. Depende dos números da sua operação.
E é exatamente aí que entra a DRE: uma ferramenta essencial para transformar informação em estratégia e resultado.
Mais do que um relatório contábil, a Demonstração de Resultados do Exercício (DRE) é a bússola financeira da gestão moderna para transportadoras. Ela revela se o esforço diário da frota está se convertendo em lucro ou se existem custos ocultos drenando a margem da operação.
Por trás de cada caminhão na estrada, existem decisões que determinam o futuro financeiro da transportadora.
Afinal, combustível, manutenção, pneus, folha de pagamento e pedágios não são apenas despesas, mas fatores que influenciam diretamente a rentabilidade.
Por isso, a DRE para transportadoras é essencial, apresentando com clareza onde estão os gargalos e também as oportunidades.
Com essa análise em mãos, o gestor passa a compreender quanto custa realmente cada quilômetro rodado.
Além disso, a DRE consegue identificar onde estão os ralos de custo e como agir de forma estratégica para manter a rentabilidade, mesmo em cenários de alta volatilidade.
Dessa maneira, a empresa deixa de reagir aos números e passa a antecipar resultados com mais precisão e controle.
Transportadoras que transformam a DRE em parte do processo de gestão conquistam clareza e previsibilidade.
Isso porque ela deixa de ser apenas um documento fiscal e passa a ser uma ferramenta viva, capaz de antecipar riscos e direcionar decisões.
Com uma operação bem estruturada e a leitura correta dos números, o gestor consegue prever problemas antes que eles apareçam e agir rapidamente.
Dessa forma, o orçamento passa de uma planilha perdida no computador para a bússola da gestão de resultados.
Além disso, o uso da tecnologia no acompanhamento dos indicadores financeiros potencializa os ganhos.
Quando dados, pessoas e processos trabalham juntos, o resultado é uma operação mais rentável, previsível e sustentável.
A DRE no transporte é formada por diversos componentes, mas existem cinco fatores que mais impactam o resultado final da operação. Entendê-los é essencial para controlar custos e melhorar a margem de lucro.
O diesel representa a maior despesa do TRC e sofre variações constantes de preço, influenciadas por câmbio, impostos e política de preço das refinarias.
Por isso, o planejamento deve prever cenários e adotar estratégias de condução eficiente, telemetria inteligente e controle de marcha lenta para reduzir o consumo.
Muitos gestores ainda veem o pneu como custo de aquisição, mas o correto é tratá-lo como custo por quilômetro rodado (CPK).
Gestão de recapagem, calibragem e controle de desgaste são práticas que prolongam o ciclo de vida do pneu e reduzem custos ao longo do tempo.
Aqui está um ponto de virada: quem investe em prevenção, economiza na correção.
Caminhões parados por falha geram custo duplo, o conserto e a perda de receita. Com dados em tempo real e alertas automáticos, a manutenção pode ser planejada para maximizar o uptime da frota.
A folha de pagamento inclui não apenas salários, mas também horas extras, diárias, dissídios e custos de rotatividade.
Rotas mal planejadas, por exemplo, geram horas adicionais que comprometem a rentabilidade.
Gestão inteligente de jornadas e engajamento dos motoristas ajudam a equilibrar essa equação.
Pedágios, seguros de frota e carga, licenças, taxas e outros custos administrativos também pesam na DRE.
Muitas vezes, são esses “pequenos valores” que, somados, reduzem a margem de lucro.
Ter uma visão consolidada desses custos evita surpresas e permite um controle financeiro preciso.
Quer ver na prática como tudo isso se conecta?
No dia 19 de novembro de 2025, a Gobrax apresenta o webinar “DRE 2.0 para Transportadoras”, uma imersão gratuita sobre como transformar seu planejamento orçamentário em uma ferramenta viva de rentabilidade.
Você vai aprender:
No transporte, dirigir bem não basta, é preciso gerir melhor.
A DRE é o ponto de partida para transformar dados em decisões e decisões em lucro sustentável.
Com clareza sobre custos, tecnologia aplicada e engajamento das pessoas certas, o gestor deixa de reagir e passa a liderar com previsibilidade.
Pesquisa revela que profissionais buscam capacitação, mas não estão recebendo apoio necessário das empresas. Veja como isso afeta o transporte rodoviário.
Primeiramente, é importante entender que o setor de transporte e logística vive um momento de transformação. Tecnologias avançadas, novas exigências de clientes e mudanças regulatórias estão moldando um cenário mais competitivo. No entanto, o que garante vantagem de longo prazo não é apenas a tecnologia: o capital humano é o motor real da produtividade e da segurança.
Uma pesquisa realizada pela Mundo Logística entre maio e junho de 2025, revelou um dado importante: embora 55% dos profissionais de logística tenham participado de algum curso nos últimos seis meses, 58% afirmam que suas empresas não investem em capacitação corporativa. Ou seja, o interesse pelo crescimento está presente, mas o suporte corporativo, muitas vezes, não acompanha o mesmo ritmo.
Nesse contexto, quando falamos de qualificação, existe uma verdadeira chuva de oportunidades para empresas que investem no desenvolvimento de pessoas. Aquelas que aproveitam essa tempestade positiva, saem na frente no comércio logístico.
Em primeiro lugar, os números mostram que a capacitação vem mais do esforço individual. A maioria busca cursos por conta própria, seja pagando do próprio bolso ou recorrendo a opções gratuitas.
Além disso, a pesquisa confirma que o conteúdo é rei: para 77% dos entrevistados, a qualidade do conteúdo é o principal fator ao escolher um curso. O preço (4%) e o nome do professor (19%) ficam bem atrás.
Outro dado relevante é a alta movimentação de carreira. Por exemplo, 37% mudaram de emprego no último ano, o que indica que, sem oportunidades internas, os profissionais procuram evolução em outros lugares.
Em contrapartida, as promoções são raras: 23% não são promovidos há mais de cinco anos, reflexo da falta de programas estruturados de progressão.
Ainda mais, 85% veem espaço para crescimento no mercado, mas 65% acreditam que isso só será possível com qualificação adequada.
Por fim, a pesquisa aponta que empresas precisam combinar capacitação técnica com habilidades humanas, como adaptabilidade, inovação, integridade e visão estratégica.
De acordo com Paulo Oliveira, idealizador da pesquisa:
“Os profissionais querem cada vez mais serem donos de suas carreiras, buscando empresas que ajudem nesse desenvolvimento. Em um cenário de escassez de talentos, investir em gente é diferencial competitivo.”
Da mesma forma, Luciano de Paula, CEO da Mapa HDS, reforça:
“A falta de investimento em capacitação compromete a fidelização e a competitividade. Desenvolver competências técnicas e interpessoais é essencial para que empresas estejam prontas para os desafios do futuro.”
Portanto, em um mercado onde a digitalização, a inteligência artificial e as novas demandas são cada vez mais rápidas, ter equipes preparadas deixou de ser um “plus” para se tornar questão de sobrevivência.
Empresas que não oferecem treinamento e incentivo acabam enfrentando altos índices de turnover, baixa adesão a novas tecnologias e falhas operacionais que poderiam ser evitadas.
Recentemente, a Gobrax realizou uma pesquisa com motoristas de diferentes tamanhos de transportadoras e encontrou um dado revelador: apenas 2% se consideram tradicionais e preferem manter a mesma rotina. Por outro lado, a imensa maioria busca capacitação, modernidade, gosta de sugerir melhorias e valoriza o incentivo por parte da empresa.
Esse dado reforça que existe um grande potencial de evolução no transporte rodoviário, e que cabe às empresas criar o ambiente, as ferramentas e o suporte para que isso aconteça, seja em operações logísticas, corporativas ou de comércio.
Dessa forma, é possível não apenas otimizar resultados, mas também construir equipes mais preparadas, engajadas e alinhadas às metas da operação.
Em resumo, o cenário deixa claro: os profissionais de logística estão dispostos a investir no próprio crescimento, mas dependem de empresas visionárias para transformar esse potencial em resultados concretos. Investir nesses profissionais que buscam capacitação não é apenas uma ação de responsabilidade corporativa, é uma estratégia que impulsiona segurança e produtividade no transporte rodoviário.
Nos vemos na estrada!
Implementar a premiação na transportadora como incentivo para os motoristas pode ser uma estratégia poderosa para aumentar a produtividade e promover a segurança nas estradas. Além de impactar positivamente a performance da frota, esse tipo de programa também contribui para a redução de custos com combustível, manutenção e multas. Para ajudar sua transportadora a criar um programa eficaz, confira esses três passos essenciais.
Para que o programa de premiação tenha um impacto real, é necessário definir critérios claros e relacionados aos objetivos da sua transportadora. Como medir o desempenho da frota? Início da faixa verde, pressão do acelerador, motor ligado parado, piloto automático? Esses indicadores fortalecem a eficiência no consumo de combustível, diminuem o número de manutenção dos veículos e que reduzem as infrações, podem ser boas opções para a avaliação, tudo depende das prioridades da sua transportadora.
Assegure-se de que esses critérios possam ser acompanhados facilmente, garantindo a transparência e a justiça na premiação.
As recompensas devem ser incentivadoras para a frota. Prêmios em dinheiro são a melhor opção para reter motoristas, pois asseguram uma segurança financeira, mais qualidade de vida e motivam as boas práticas de condução. Mas caso você queira iniciar com prêmios tangíveis, kits, eletrônicos e vales-presentes, são um bom começo para implementar essa mudança. O importante é que o prêmio tenha apelo e seja percebido como um verdadeiro incentivo para o esforço. Com prêmios adequados, os motoristas tendem a se empenhar mais em suas funções, promovendo melhorias significativas na empresa.
Um programa de premiação só será eficaz se houver acompanhamento constante do desempenho dos motoristas. Ao definir os indicadores, lembre-se de realizar avaliações frequentes, podendo ser semanais, mensais ou trimestrais.
Esses feedbacks são essenciais para que os motoristas saibam onde estão se destacando e em que áreas precisam melhorar. Além disso, a visualização constante sobre o progresso ajuda a fortalecer a motivação e o engajamento com a segurança e a eficiência no trabalho.
Criar um programa de premiação de motoristas não só contribui para a melhoria do desempenho, mas também promove a segurança nas estradas e reduz custos operacionais. Com critérios bem definidos, prêmios atrativos e feedback contínuo, sua transportadora pode se beneficiar de uma equipe mais comprometida e produtiva!
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Nos vemos na estrada! 👋
No dia 20 de setembro, a Gobrax visitou um de seus grandes parceiros: a Brehm Logística.
Fomos muito bem recebidos por Octávio Brehm – Presidente Fundador, Guilherme Neimaier – Coordenador de Logística, Lucas Vieira – Auxiliar de Logística e Francisco Amaral – Gestor de Frotas.
Com mais de 30 anos de história, as frotas da Brehm são focadas em transporte frigorífico – O fator multimarcas sempre atendeu muito bem a transportadora – visto que a Gobrax acompanhou a evolução de marcas da companhia desde o início da parceria.
Através da plataforma Gobrax, a Brehm possui um programa de premiação mensal – denominado EcoDrive. Conforme o motorista atende os requisitos, recebe sua bonificação mensalmente – classificado em três faixas: ouro, prata e bronze.
“A premiação mensal é baseada 100% na Gobrax”, comenta Lucas Vieira – que atua na área de jornada/telemetria e entrou na empresa junto com a conectividade Gobrax. O mesmo continua: “Gobrax é meu norte. Tudo que eu preciso fazer dentro do meu trabalho é diretamente com a Gobrax. (…) Gobrax está em tudo. Desde o momento em que eu ligo o computador – é a primeira coisa que eu faço. E depois, a última coisa que eu faço quando desligo o computador.” Lucas brinca: “Se eu não tivesse Gobrax, não faria basicamente nada no meu trabalho. Simples!”
Todos os dias, a equipe de logística acessa o sistema Gobrax para verificar a condução de cada motorista e encaminha para os mesmos a fim de, se houver alguma inconsistência na condução, seja possível corrigir durante a jornada. Octávio Brehm – Presidente e Fundador, comentou que, antes de conhecer a Gobrax, era realizado um treinamento com instrutores em uma rota restrita e com um tempo limitado. O treinamento gerava um resultado temporário, com o tempo, os ensinamentos iam se perdendo. O presidente adiciona, com muito orgulho, que:
“Com a Gobrax conseguimos trazer o nosso contato do time de operações, da gestão da empresa, da vida da empresa – diariamente com o motorista. Nós temos uma interação diária com o motorista onde ele é o seu próprio instrutor, onde ele está a caminho do desenvolvimento, onde ele está envolvido, engajado, empenhado em trazer resultados melhores pra ele, pra empresa, para o meio ambiente, para a sociedade como um todo.”
“Sabemos que a Gobrax vai além da telemetria, envolve uma mudança real no comportamento de toda a empresa. Não adianta investir em condução econômica sem uma gestão de segurança eficaz. A Gobrax chegou pra mudar totalmente a nossa gestão – com um bom padrão de segurança podemos migrar para a economia.”
Direcionamos uma indagação importante para Brehm Logística: “Por que uma empresa que já possuía indicadores, rastreadores e telemetria se tornou parceira da Gobrax?” Brehm responde que estabelecer uma relação com o motorista, operador e ferramenta confiável – de autodesenvolvimento e autoavaliação, foi uma virada de chave foi muito importante para a transportadora. Em uma realidade, não muito distante, os gestores procuravam o motorista para perguntar sobre a sua condução, após a implementação do sistema Gobrax os próprios motoristas buscam os gestores questionando como podem melhorar sua condução ou o que precisam aperfeiçoar para se atingirem a bonificação ouro. A mudança de cultura está feita.
“O nosso DNA é de segurança. (…) Nós somos uma empresa de pessoas. O nosso maior valor é a vida, a segurança, comportamento e resultados. (…) Os desafios de implantar cultura são sempre grandes, mas nós temos muito orgulho do engajamento que nós conseguimos através de nosso trabalho, através da ferramenta.”
Finaliza Octávio Brehm.
Concluímos a visita com a sensação de dever cumprido. É muito mais que 8% de economia. O foco da Gobrax é o comportamento dos condutores – a economia de diesel é resultado da alta performance e mudança de cultura dos motoristas.
Agradecemos toda a equipe da Brehm Logística pela receptividade e transparência – uma parceria para toda vida!
Vamos juntos?
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