O preço do diesel não dá trégua. No momento desta publicação, 27/03/2026, o combustível já acumula uma alta de quase 20%, de acordo com publicação da UOL Notícia, disparando o sinal de alerta no setor de transporte. Afinal, em muitas operações, o abastecimento chega a representar 45% dos custos totais.
Diante desse cenário, gestores buscam estratégias para blindar o caixa da transportadora. No entanto, a maioria das ações limita-se a apenas duas frentes: a compra do insumo e a negociação do frete.
Neste artigo, além de explorar como otimizar essas duas pontas, vamos apresentar um terceiro pilar essencial para equilibrar as contas e garantir a rentabilidade da sua frota.
Nesse cenário, qualquer margem de economia é bem-vinda. Por isso, negociar o preço do combustível é essencial para reduzir o custo da operação. Os centavos de diferença entre uma bomba e outra, quando calculados em várias viagens e diversos veículos, tornam-se uma bola de neve da economia ou do gasto.
Separamos abaixo algumas ações primordiais para quem está negociando o diesel:
Acompanhamento de preço: o óbvio também precisa ser dito. Olhe de hora em hora e em diferentes distribuidoras, o preço do combustível. Esse acompanhamento é o que garante que você está negociando pelo melhor valor e, também, o que permite criar análises projetivas para as próximas compras.
Informe-se sobre a distribuidora: cuidado em limitar sua análise de compra apenas ao preço. Mesmo diante de muita fiscalização, há distribuidoras que fogem da lei. Pesquise sobre o local, procure indicações e questione o vendedor sobre as certificações de qualidade do local e produto.
Localização importa: não adianta nada comprar barato se a logística de entrega ou abastecimento não for funcional. Quanto mais perto a distribuidora, menores os riscos de atrasos. Se a transportadora opta pelo abastecimento em postos, é essencial alinhar o ponto da parada com a rota da frota. Esses cuidados evitam gastos desnecessários de combustível (desvio de rota) ou necessidade de veículos parados (atrasos na entrega).
Informe-se: em um cenário de volatilidade, acompanhar de perto as oscilações no preço do diesel e os desdobramentos dos conflitos geopolíticos é fundamental. Essa análise contínua permite antecipar cenários e tomar decisões mais estratégicas para o seu negócio.
Atenção ao consumo: comprar bem é apenas o primeiro passo; a verdadeira economia acontece na gestão de consumo de diesel. Acompanhar indicadores de desempenho não apenas orienta o planejamento de compras, mas revela onde atuar para reduzir custos. Detalharemos essas estratégias a seguir.
A tecnologia integra sensores instalados diretamente no pavimento a pórticos posicionados sobre a Com as incertezas de preço no horizonte, o transportador não pode ficar de braços cruzados enquanto a margem de lucro diminui. Negociar com o embarcador de forma estratégica, justa e profissional é a única saída para manter a sustentabilidade do negócio.
Confira quatro formas práticas de fortalecer sua negociação:
Com a volatilidade do diesel, o custo calculado ontem já não serve para a carga de hoje. Nunca baseie seu preço apenas na concorrência ou no “valor de mercado”. É fundamental conhecer seu ponto de equilíbrio atualizado para garantir que você não está pagando para trabalhar.
Caminhão parado é dreno de rentabilidade, especialmente quando os custos fixos estão elevados. Se o cliente retém o veículo além do combinado, esse tempo deve ser precificado ou negociado como estadia. Lembre-se: cada hora ociosa aumenta o peso do custo fixo sobre a viagem.
Especialmente em contratos de longo prazo, mantenha um registro rigoroso de todas as notas fiscais de abastecimento. Mais do que simples comprovantes, esses documentos permitem mensurar o impacto percentual exato da alta do combustível na sua operação, oferecendo argumentos reais e inquestionáveis na hora de apresentar o cenário ao embarcador.
A tecnologia é sua maior aliada. Utilize plataformas de gestão e acompanhamento de frota para observar o consumo médio e identificar gargalos. Com dados em mãos, você consegue provar a eficiência da sua operação e trabalhar na redução de custos internos, protegendo sua margem de lucro mesmo em tempos de crise.
Embora a gestão da compra e o repasse no frete sejam medidas essenciais, eles não são infalíveis. Em um cenário de alta volatilidade, depender apenas dessas duas pontas é arriscado.
Além disso, precisamos encarar um risco ainda maior: a possibilidade real de desabastecimento. Em uma situação de falta de diesel, nem a melhor negociação de frete, nem o maior poder de compra serão capazes de manter as rodas girando.
Por isso, o cuidado precisa estar no consumo eficiente do combustível. Na operação, é a postura ao volante quem dita se a transportadora irá garantir ou não uma boa margem de lucro. Portanto, ter uma equipe de motoristas alinhada às boas práticas de condução do veículo é essencial.
Para se aprofundar no assunto do aumento do diesel e conhecer estratégias que vão mudar sua visão sobre o enfrentamento desse cenário, baixe nosso e-book gratuito “Guia para economizar diesel em transportadoras”.

Agora que você já sabe da importância de uma condução eficiente, que tal entender quais as práticas que geram economia de combustível? Abaixo, separamos 5 métricas principais que devem ser acompanhadas por quem quer reduzir custo operacional:
Ficar de olho nesses indicadores é importante, mas incentivar que os motoristas da frota se guiem por eles é essencial. Sem uma equipe focada em fazer a melhor entrega, não há estratégia que faça milagre.
Pensando nisso, a Gobrax foi criada para auxiliar o gestor no acompanhamento das métricas de condução, enquanto incentiva o motorista por meio de um aplicativo gamificado. Envolvendo todo mundo no processo, a operação fica mais clara, mensurável e econômica.
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Nos vemos na estrada! 👋
Nas últimas semanas, o preço do diesel é um assunto que vem preocupando o setor do transporte rodoviário de cargas. Não é por menos, já que o combustível pode representar até 45% dos custos operacionais para as transportadoras.
Por outro lado, as práticas de ESG são pilares ambientais, sociais e de governança, que a maioria das empresas já seguem. Diante de metas a serem cumpridas, a operação dessas organizações passa a ser pensada de ponta a ponta e envolve toda a carreira de parceiros.
Por isso, para o Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), é de suma importância estar alinhado a essas diretrizes, zelando por uma das principais metas ESG: a redução de emissão de gases do efeito estufa. São atitudes como essa, que colocam a operação em destaque e garantem a competitividade da transportadora no mercado.
Mas como e por que se preocupar com isso agora, diante da pressão causada pela alta do diesel? Neste artigo, você entenderá como guiar-se pelas práticas ESG pode ser benéfico para a transportadora, para os parceiros e, principalmente, para o bolso.
Recentemente, o preço do diesel tem sofrido altas praticamente diárias. O motivo? O mercado internacional passou a receber 30% a menos de petróleo devido ao fechamento do Estreito de Ormuz, um dos principais canais de escoamento do mundo. Essa medida é um dos desdobramentos do conflito entre Irã e Israel que, desde o final de fevereiro, vem se intensificando.
Nesse cenário, o clima de insegurança no Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) aumenta consideravelmente. Até a data de publicação deste artigo, o valor do diesel já acumulava alta de R$0,90 por litro. Para uma transportadora, isso pode desequilibrar o fluxo de caixa e forçar a redução drástica de outras despesas essenciais.
Nesse cenário, guiar-se pelas práticas ESG pode ser o caminho mais seguro para lidar com a crise.
Do inglês Environmental, Social and Governance, a sigla ESG refere-se a um conjunto de boas práticas fundamentais para:
No transporte de cargas, esses pilares conectam-se diretamente a três pontos críticos da operação: o consumo de diesel, a eficiência operacional e o modelo de liderança. Acompanhe como cada um desses pilares pode ser aplicado na prática.
Como mencionamos, a redução da emissão de gases de efeito estufa é um dos pilares centrais do ESG. Na rotina da operação, esse compromisso traduz-se diretamente em eficiência energética e melhor aproveitamento do combustível.
Algumas práticas fundamentais para reduzir o consumo e, consequentemente, as emissões de CO2 incluem:
Essas atitudes definem uma condução consciente e econômica. Mas o grande desafio é: como manter o motorista engajado nessas boas práticas? Confira esta dica estratégica:

A maneira como você gere e se comunica com sua equipe impacta diretamente as metas ESG. Por isso, é fundamental integrar ao calendário da operação programas de bem-estar, segurança no trabalho e desenvolvimento social.
Em cenários de incerteza, como a atual alta dos combustíveis, equilibrar essas frentes é um grande desafio. É natural que surjam dúvidas sobre estabilidade, salários e mudanças nos processos internos. Para manter a confiança do time e a saúde do negócio, a principal estratégia é:

Quase que um complemento do tópico anterior, a governança diz respeito às atitudes da gestão e liderança. O ponto principal aqui é: como manter a transparência e ética dentro organizacional, especialmente em momentos de crise?
Equilibrar esses valores é um desafio complexo, já que crises exigem mudanças de processos, cortes de custos operacionais e decisões críticas. Nesse cenário, o melhor caminho será sempre a transparência e o respaldo técnico.

A Gobrax é uma tecnologia que entrega muito mais do que plataforma e aplicativo; somos o parceiro com quem você pode contar em qualquer momento. Além de otimizar o dia a dia da sua operação, servimos como suporte estratégico para as decisões mais complexas.
Diante do cenário atual, estamos prontos para ajudar sua transportadora atuando com tecnologia voltada para a economia de diesel. Com a proposta de diminuir os custos de operação, proporcionamos:
Essas são apenas algumas das vantagens de ser um parceiro Gobrax. Quem já utiliza sabe: nossa tecnologia garante uma economia mínima mensal de 4% no diesel. Em um cenário de alta nos combustíveis, a decisão de reduzir o consumo deve estar nas suas mãos.
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Os pontos de pesagem estrategicamente distribuídos pelas rodovias brasileiras permitem que órgãos como o DNIT e a ANTT monitorem o fluxo de mercadorias e identifiquem as demandas de infraestrutura essenciais ao setor logístico. Além disso, essas estruturas funcionam como um mecanismo de fiscalização, assegurando a conformidade entre o valor do frete registrado e a carga efetivamente transportada.
Em alguns pontos, o processo de pesagem ainda necessita da parada completa do veículo na área de balança, o que passa a ser desnecessário com a nova tecnologia HS-WIM. Neste artigo, você vai conhecer melhor esse sistema e entender o que ele trás de novo para o TRC.
Sigla para o termo em inglês High Speed Weigh-in-Motion, o HS-WIM é um sistema de pesagem em alta velocidade que permite a aferição completa de veículos de carga sem a necessidade de parada ou redução drástica de velocidade.
Embora os estudos sobre essa tecnologia tenham se iniciado na década de 1990, sua discussão e regulamentação no Brasil ganharam força apenas a partir de 2021. Foi nesse mesmo ano que ocorreu a primeira implementação do sistema em solo nacional, na rodovia BR-101, em um trecho localizado no Espírito Santo.
Contudo, após a instalação, o sistema passou por um rigoroso período de testes e homologação pelo Inmetro, o que resultou no início efetivo das fiscalizações e autuações somente em 2024.
A tecnologia integra sensores instalados diretamente no pavimento a pórticos posicionados sobre a rodovia. Ao transitar por esses pontos, o veículo é submetido a um escaneamento completo que identifica o Peso Bruto Total (PBT), o peso por eixo (ou conjunto de eixos) e as dimensões totais da composição.
Abaixo, detalhamos os principais componentes do sistema e suas respectivas funções:
Durante a passagem, os pórticos sinalizam se o seu veículo está apto para seguir viagem ou se precisará realizar parada no próximo posto geral de verificação, para uma segunda avaliação.
De acordo com a ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre), há diversos benefícios previstos para o transporte rodoviário de cargas com a implementação das balanças HS-WIM. Dentre esses benefícios, o órgão cita:
Ou seja, o que a nova tecnologia de balanças promete é a eficiência integral no que diz respeito a pesagem de veículos.
Sim, de acordo com a resolução CONTRAM n° 9052/2022, todos os veículos pesados (ônibus, caminhões, torres e outros) são obrigados a passar pela balança de pesagem. O descumprimento dessa norma, pode acarretar ao transportador penalidades financeiras e administrativas, conforme previsto no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
No modelo HS-WIM, entretanto, essa dinâmica muda: a fiscalização ocorre de forma automática e imperceptível, uma vez que os sensores estão integrados diretamente à pista de rolamento. Isso elimina a necessidade de o motorista desviar o trajeto para uma balança física, a menos que o sistema identifique uma irregularidade e solicite a pesagem de precisão.
Para simplificar o entendimento em relação às diferenças entre o modelo de balança tradicional e a tecnologia HS-WIM, a Gobrax preparou uma tabela comparativa que você confere abaixo.

As informações para a tabela acima, foram coletadas em uma matéria publicada pela Ecorodovias, concessionária pioneira na instalação das primeiras balança com sistema HS-WIM no Brasil. As informações foram coletadas em um mesmo período de uso das balanças.
Diante do avanço das tecnologias de fiscalização, ferramentas que ajudam a gerir os custos de forma eficiente tornaram-se indispensáveis. Nesse cenário, ter uma equipe engajada e alinhada às melhores práticas de condução é o diesel que faz o motor da sua operação rodar.
Você não precisa estar sozinho nessa jornada. Escolha quem garante as informações necessárias para gerir seu negócio com previsibilidade e praticidade.
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Pesquisa revela que profissionais buscam capacitação, mas não estão recebendo apoio necessário das empresas. Veja como isso afeta o transporte rodoviário.
Primeiramente, é importante entender que o setor de transporte e logística vive um momento de transformação. Tecnologias avançadas, novas exigências de clientes e mudanças regulatórias estão moldando um cenário mais competitivo. No entanto, o que garante vantagem de longo prazo não é apenas a tecnologia: o capital humano é o motor real da produtividade e da segurança.
Uma pesquisa realizada pela Mundo Logística entre maio e junho de 2025, revelou um dado importante: embora 55% dos profissionais de logística tenham participado de algum curso nos últimos seis meses, 58% afirmam que suas empresas não investem em capacitação corporativa. Ou seja, o interesse pelo crescimento está presente, mas o suporte corporativo, muitas vezes, não acompanha o mesmo ritmo.
Nesse contexto, quando falamos de qualificação, existe uma verdadeira chuva de oportunidades para empresas que investem no desenvolvimento de pessoas. Aquelas que aproveitam essa tempestade positiva, saem na frente no comércio logístico.
Em primeiro lugar, os números mostram que a capacitação vem mais do esforço individual. A maioria busca cursos por conta própria, seja pagando do próprio bolso ou recorrendo a opções gratuitas.
Além disso, a pesquisa confirma que o conteúdo é rei: para 77% dos entrevistados, a qualidade do conteúdo é o principal fator ao escolher um curso. O preço (4%) e o nome do professor (19%) ficam bem atrás.
Outro dado relevante é a alta movimentação de carreira. Por exemplo, 37% mudaram de emprego no último ano, o que indica que, sem oportunidades internas, os profissionais procuram evolução em outros lugares.
Em contrapartida, as promoções são raras: 23% não são promovidos há mais de cinco anos, reflexo da falta de programas estruturados de progressão.
Ainda mais, 85% veem espaço para crescimento no mercado, mas 65% acreditam que isso só será possível com qualificação adequada.
Por fim, a pesquisa aponta que empresas precisam combinar capacitação técnica com habilidades humanas, como adaptabilidade, inovação, integridade e visão estratégica.
De acordo com Paulo Oliveira, idealizador da pesquisa:
“Os profissionais querem cada vez mais serem donos de suas carreiras, buscando empresas que ajudem nesse desenvolvimento. Em um cenário de escassez de talentos, investir em gente é diferencial competitivo.”
Da mesma forma, Luciano de Paula, CEO da Mapa HDS, reforça:
“A falta de investimento em capacitação compromete a fidelização e a competitividade. Desenvolver competências técnicas e interpessoais é essencial para que empresas estejam prontas para os desafios do futuro.”
Portanto, em um mercado onde a digitalização, a inteligência artificial e as novas demandas são cada vez mais rápidas, ter equipes preparadas deixou de ser um “plus” para se tornar questão de sobrevivência.
Empresas que não oferecem treinamento e incentivo acabam enfrentando altos índices de turnover, baixa adesão a novas tecnologias e falhas operacionais que poderiam ser evitadas.
Recentemente, a Gobrax realizou uma pesquisa com motoristas de diferentes tamanhos de transportadoras e encontrou um dado revelador: apenas 2% se consideram tradicionais e preferem manter a mesma rotina. Por outro lado, a imensa maioria busca capacitação, modernidade, gosta de sugerir melhorias e valoriza o incentivo por parte da empresa.
Esse dado reforça que existe um grande potencial de evolução no transporte rodoviário, e que cabe às empresas criar o ambiente, as ferramentas e o suporte para que isso aconteça, seja em operações logísticas, corporativas ou de comércio.
Dessa forma, é possível não apenas otimizar resultados, mas também construir equipes mais preparadas, engajadas e alinhadas às metas da operação.
Em resumo, o cenário deixa claro: os profissionais de logística estão dispostos a investir no próprio crescimento, mas dependem de empresas visionárias para transformar esse potencial em resultados concretos. Investir nesses profissionais que buscam capacitação não é apenas uma ação de responsabilidade corporativa, é uma estratégia que impulsiona segurança e produtividade no transporte rodoviário.
Nos vemos na estrada!
Você sabe como está o consumo de diesel da sua frota? Se a sua resposta for “mais ou menos”, “depende” ou “acho que sim”, então é hora de acender um alerta.
Afinal, o diesel pode representar mais da metade do custo operacional de uma transportadora. Por isso, quando não há controle eficiente, esse valor se transforma em um vilão invisível e silencioso.
Neste conteúdo, você vai entender:
Antes de tudo, é importante saber que o diesel pode ser o maior custo de uma operação de transporte, representando mais de 50% dos gastos fixos e variáveis.
Por isso, quando a média de consumo não é acompanhada de perto, desperdícios passam despercebidos e, com o tempo, geram grandes prejuízos.
Exemplo prático:
Portanto, ao multiplicar por uma frota com 20 veículos, o impacto mensal ultrapassa 9 mil litros. Em outras palavras, ao longo de um ano, isso representa milhares de reais economizados.
Felizmente, o cálculo é simples. No entanto, a dificuldade está em manter o controle na correria do dia a dia.
Para calcular a média, siga o passo a passo:
A fórmula é:
Consumo médio = (B – A) ÷ C
Ou seja, o resultado mostra quantos quilômetros o veículo percorre por litro de combustível e quanto custa cada quilômetro rodado.
Quer descobrir quanto sua operação poderia estar economizando?
Acesse agora o Simulador de Economia da Gobrax e veja na prática
Diversos fatores do dia a dia da operação influenciam diretamente o consumo de combustível. A seguir, veja os principais:
Além disso, esses hábitos aumentam os custos com manutenção e reduzem a vida útil da frota.
Agora que você já sabe o que aumenta o consumo, veja como reduzir os gastos com medidas práticas:
1. Roteirização inteligente
Evite rotas com trânsito intenso, desvios ou estradas em más condições. Isso garante trajetos mais econômicos e seguros.
2. Manutenção em dia
Filtros, pneus e alinhamento impactam diretamente o desempenho. Portanto, mantenha tudo calibrado e revisado.
3. Postos confiáveis
Combustíveis adulterados prejudicam o rendimento e causam prejuízos. Prefira sempre locais com procedência garantida.
4. Treinamento dos motoristas
Assim como a boa manutenção, a direção eficiente reduz o consumo e prolonga a vida útil da frota. Investir em capacitação gera retorno.
5. Acompanhe com tecnologia
Com dados em tempo real, é possível identificar desperdícios e agir com rapidez.
Ou seja, mais controle = mais economia.
Com dados em tempo real, é possível identificar desperdícios e agir rapidamente. A tecnologia transforma decisões em resultados.
Na prática, a plataforma da Gobrax une painel para o gestor e aplicativo para o motorista, oferecendo:
Ademais, a Gobrax valoriza quem realmente move sua operação: o motorista.
Com engajamento e reconhecimento, sua equipe roda mais, melhor e com menos desperdício.
Em resumo, economizar diesel não é só cortar gastos. É uma decisão estratégica.
Com os dados certos, sua transportadora fortalece resultados, reduz riscos e amplia a margem de lucro.
Na dúvida sobre por onde começar a mensurar resultados?
A Gobrax está aqui para caminhar com você. Com dados, soluções práticas e visão de futuro.
Nos vemos na estrada!